Na prosperidade nossos amigos nos conhecem; na adversidade nós conhecemos nossos amigos.
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Na prosperidade nossos amigos nos conhecem; na adversidade nós conhecemos nossos amigos. Artigo 30 da DUDH: “Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada como o reconhecimento a qualquer Estado, grupo ou pessoa, do direito de exercer qualquer atividade ou praticar qualquer ato destinado à destruição de quaisquer dos direitos e liberdades aqui estabelecidos.” Portanto, ninguém pode evocar: - autodeterminação dos povos para impor ditaduras; - respeito à cultura indígena para enterrar crianças vivas; - liberdade de crença para mutilar a genitália de meninas pré-púberes ou meninos recém nascidos; - direito à propriedade para explorar pobres e necessitados; - soberania nacional para impedir intervenções humanitárias; - combate ao crime para violar a lei; - liberdade de expressão para defender o fascismo; - etc. Na prática, porém, enquanto a ONU vota moções e os governos tergiversam, as pessoas são mortas, torturadas, mutiladas, exploradas e submetidas. A ONU e os governos violam a DUDHO Artigo 30 da DUDH (Declaração Universal dos Direitos Humanos) normatiza como devem ser interpretados os dispositivos da própria DUDH, para garantir que sua aplicação será fiel aos princípios que geraram a carta. A inclusão deste dispositivo mostra que os autores da carta conheciam muito bem a natureza humana e previam corretamente que uma carta com “princípios gerais” seria facilmente transformada em letra morta se fosse engolida pelo mundo do direito tradicional, em que a adesão à letra fria da lei ou ao costume provoca freqüentemente um resultado oposto ao objetivo da criação de uma norma. Os casos citados acima são emblemáticos. Em todos eles um direito é evocado para garantir a um agressor o direito de violentar alguém. Em todos os casos a ONU e os governos engolem a desculpa esfarrapada e permitem que vidas sejam destruídas em nome de uma norma cujo espírito era preservar a vida, a liberdade, a justiça e a paz no mundo. Isso acontece porque o Artigo 30 da DUDH é sistematicamente violado pela ONU e pelos governos ao redor de todo o mundo em nome da conveniência política e dos interesses econômicos. O resultado desta postura da ONU e dos governos é que “o desprezo e o desrespeito pelos Direitos Humanos” continuam resultando em “atos bárbaros que ultrajam a consciência da Humanidade”, como diz a DUDH. O nosso papel nessa históriaUma vez que os Direitos Humanos não estão sendo “protegidos pelo Estado de Direito, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra tirania e a opressão”, pois milhões de pessoas pessoas estão sendo mortas, torturadas, mutiladas, exploradas e submetidas, talvez seja a hora de reconhecermos que os tiranos e opressores de ontem são hoje lobos em peles de cordeiros, que os direitos da maioria das pessoas no planeta só estão protegidos no papel e que é chegada a hora de uma nova rebelião contra a tirania e a opressão para acabar com esse descalabro. Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 29/01/2010 ==
Wordpress reinstalado, banco de dados quase intacto (vou ter que recolocar umas fotos em alguns artigos, não sei como sumiram), layout mantido sem alterações, tudo numa boa. Toca pegar o ritmo de novo… O pessoal da Hostnet desinstalou tudo, instalou de novo, recolocou o banco de dados, ficou tudo perfeito, igualzinho ao que era antes. Tão igualzinho que eu me dei conta que o problema poderia ser repetido. Terreno perfeito para uma pesquisa com a mais ortodoxa aplicação do método científico. Tomei uma decisão radical a respeito do bloqueio todas as caixas de comentários do blog exceto a do “Cantinho do Leitor”: para resolver o problema o quanto antes, solicitei à equipe de suporte da Hostnet, a empresa em que hospedo o Pensar Não Dói, para desinstalar completamente tudo que existe no endereço arthur.bio.br e preservar apenas os textos e comentários. Não fui eu quem fechou os comentários. Deve ter acontecido algum problema de segurança. Vou tentar resolver isso o quanto antes. Se o seu filho pequeno se soltar de sua mão e correr para o meio da rua, você vai dizer docemente “meu querido e amado filhinho, por favor volte para a segurança da calçada, porque sobre a pista de rolamento existe uma grande probabilidade de um veículo automotor inadvertidamente colidir contigo e provocar danos de relativa gravidade a fatais”? Ou você vai gritar “Fulano, olha o carro! Já pra cá!” a plenos pulmões? Se você entende que a suposta ponderação da primeira hipótese é perniciosa e que a segunda hipótese não é histérica e sim realista, então já pegou o espírito da coisa. Tem gente que gosta, tem gente que odeia, tem gente que não está nem aí para o que eu escrevo. Mas todo consegue ler o que eu escrevo, porque o Pensar Não Dói tem um estilo de letra, uma disposição de cores e uma estrutura de texto planejados para tornar o blog altamente legível. Esse não é o caso de muitos blogs que tenho encontrado por aí, então resolvi relembrar como tomei as primeiras decisões sobre a aparência do meu blog, quando eu ainda era totalmente novato, na esperança que isso seja útil para alguém. Uma vez, há mais de vinte anos, eu tinha ido a um show punk a caráter, estava voltando para casa a pé no finzinho da madrugada e ao dobrar uma esquina me deparei com um desconhecido muito drogado, armado e gritando com uma moradora do prédio vizinho: “tu não tem dinheiro, eu vou te matar, sua vagabunda”. Volta e meia eu descubro um texto meu citado em algum fórum ou em outro blog sem nenhuma indicação de fonte ou autoria. Pensei em incluir meu nome, a URL do Pensar Não Dói e a data ao final de cada texto. Assim, quem fizer cópias de boa fé não terá qualquer trabalho para fazer a citação correta de meus artigos e quem remover esta informação estará se entregando como ladrão de textos. O que você acha da idéia? |
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