As “campanhas de conscientização” propagadas pelo movimento ambientalista e as atitudes estilo “faça-sua-parte” sugeridas pelos ativistas ecológicos são prescrições anacrônicas de um ambientalismo amador com ilusões de que fechar a torneira ao escovar os dentes pode contribuir significativamente para proteger o planeta, no melhor estilo da história do beija-flor que buscava no rio uma gotinha de água de cada vez para jogar no incêndio da floresta. Este artigo propõe dar um tiro nesse beija-flor diversionista, dinamitar partes da floresta para abrir clareiras que impedirão a propagação das chamas e instalar aquedutos que permitam um combate a incêndio menos impactante e mais eficaz antes da próxima estação seca.



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