Dizem os especialistas em Direito: “legítima defesa é excludente de ilicitude, não é ‘direito’, não pode ser usada como justificativa para exigir liberação de porte de arma de fogo”. Dizemos nós, cidadãos honestos acuados pela violência: “não nos importa o nome pelo qual o Direito quiser chamar o ato de rechaçar à bala o agressor que está tentando me matar, brutalizar minha família ou invadir armado a minha residência ou meu estabelecimento comercial, nós queremos poder nos defender de fato!”



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