Sabem o que é mais ridículo neste episódio? É que a Empresa Universal do Bolso de Deus – como todo mundo com pelo menos dois neurônios funcionais sabe – desde sua fundação dedica-se somente a uma atividade: tomar dinheiro de otários. Faz isso respaldada por uma legislação ridícula que não distingue entre liberdade religiosa e descarada exploração da “fé popular” (leia-se ignorância e superstição populares). E ninguém jamais se mexeu. O que será que aconteceu realmente para que finalmente alguém esteja fazendo alguma coisa?



Comentários recentes