De tanto ler apologia à vingança e à barbárie nos debates sobre como deveria ser o tratamento dos detentos em nosso sistema prisional, pus-me a imaginar como deveria ser o perfil profissional e a atuação cotidiana do profissional que hoje chamamos “agente penitenciário”. O resultado foi este pequeno texto, escrito de modo provocativo para se contrapor aos arautos da truculência, mas com um grande conteúdo de verdade. Quem gostou do artigo “Batalha entre duas generosidades” vai gostar deste aqui também.



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