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	<title>Comentários sobre: Esperanto: a melhor solução para o problema da comunicação internacional</title>
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	<description>Em busca de vida inteligente na Terra</description>
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		<title>Por: Arthur</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2009/09/03/esperanto/esperanto-a-melhor-solucao-para-o-problema-da-comunicacao-internacional/comment-page-1#comment-151298</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 18:08:38 +0000</pubDate>
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		<description>A tal instância internacional já existe: é a Academia de Esperanto. Ela funciona parecido com as Academias de Letras dos países, só que trabalha bem melhor no mundo virtual. 

O elemento garantidor da coesão do Esperanto, entretanto, é o Fundamento de Esperanto, um livro que Zamenhof editou e que contém as 16 regras gramaticais do Esperanto, os exercícios e explicações do Zamenhof e uma coletânea de textos originais e traduzidos que servem de modelo. 

O estilo do Fundamento de Esperanto já está evidentemente ultrapassado, mas continua perfeitamente compreensível e serve como modelo teórico &lt;i&gt;para as questões gramaticais&lt;/i&gt;, o que mostra que o Esperanto tem mesmo um fantástico potencial para atravessar incólume não somente grandes distâncias, como também grandes períodos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A tal instância internacional já existe: é a Academia de Esperanto. Ela funciona parecido com as Academias de Letras dos países, só que trabalha bem melhor no mundo virtual. </p>
<p>O elemento garantidor da coesão do Esperanto, entretanto, é o Fundamento de Esperanto, um livro que Zamenhof editou e que contém as 16 regras gramaticais do Esperanto, os exercícios e explicações do Zamenhof e uma coletânea de textos originais e traduzidos que servem de modelo. </p>
<p>O estilo do Fundamento de Esperanto já está evidentemente ultrapassado, mas continua perfeitamente compreensível e serve como modelo teórico <i>para as questões gramaticais</i>, o que mostra que o Esperanto tem mesmo um fantástico potencial para atravessar incólume não somente grandes distâncias, como também grandes períodos.</p>
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		<title>Por: Gerson B</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2009/09/03/esperanto/esperanto-a-melhor-solucao-para-o-problema-da-comunicacao-internacional/comment-page-1#comment-151291</link>
		<dc:creator>Gerson B</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 23:48:08 +0000</pubDate>
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		<description>Pelo que entendi do assunto, se o Esperanto crescer e se espalhar alguma instância internacional deverá manter as regras. Quem faz Esperanto o faz por causa delas, da regularidade e facilidade de aprendizado. Não se mudaria assim (espero).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo que entendi do assunto, se o Esperanto crescer e se espalhar alguma instância internacional deverá manter as regras. Quem faz Esperanto o faz por causa delas, da regularidade e facilidade de aprendizado. Não se mudaria assim (espero).</p>
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	<item>
		<title>Por: Arthur</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2009/09/03/esperanto/esperanto-a-melhor-solucao-para-o-problema-da-comunicacao-internacional/comment-page-1#comment-151289</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 17:15:58 +0000</pubDate>
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		<description>Pelas barbas de Odin... como é que o Esperanto &quot;ainda não tem o caráter de uma língua natural&quot; se ele funciona há mais de um século, é usado nos mais diversos contextos, é a língua de muitas famílias e muitas crianças aprendem o Esperanto como primeira língua? 

O Esperanto não vai deixar de evoluir, mas sua evolução será diferente das línguas naturais porque sua codificação é regular e não admite excessões. Ninguém vai criar um verbo terminado em &quot;a&quot;, um adjetivo terminado em &quot;o&quot; ou um substantivo terminado em &quot;e&quot;. Não rola. Isso pura e simplesmente não seria Esperanto. 

A comunidade esperantista sofreu tantos cismas (e isso deste a época de Zamenhof, quando Beaufront criou o Ido) que está &quot;vacinada&quot; contra tentativas de reforma que alterem o &lt;i&gt;Fundamento de Esperanto&lt;/i&gt;. Até mesmo a criação de novos prefixos e sufixos tem sido impossível em função de haver a interpretação de que isso colidiria com o Fundamento. (Caso do sufixo -icx, criado para substituir à raiz vir- e nunca apropriado pela comunidade de falantes justamente porque se choca com o Fundamento, apesar de sua perfeita lógica e praticidade.) 

Podem anotar: o Esperanto é o ornitorrinco das línguas. Vou até postar um artigo sobre isso. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pelas barbas de Odin&#8230; como é que o Esperanto &#8220;ainda não tem o caráter de uma língua natural&#8221; se ele funciona há mais de um século, é usado nos mais diversos contextos, é a língua de muitas famílias e muitas crianças aprendem o Esperanto como primeira língua? </p>
<p>O Esperanto não vai deixar de evoluir, mas sua evolução será diferente das línguas naturais porque sua codificação é regular e não admite excessões. Ninguém vai criar um verbo terminado em &#8220;a&#8221;, um adjetivo terminado em &#8220;o&#8221; ou um substantivo terminado em &#8220;e&#8221;. Não rola. Isso pura e simplesmente não seria Esperanto. </p>
<p>A comunidade esperantista sofreu tantos cismas (e isso deste a época de Zamenhof, quando Beaufront criou o Ido) que está &#8220;vacinada&#8221; contra tentativas de reforma que alterem o <i>Fundamento de Esperanto</i>. Até mesmo a criação de novos prefixos e sufixos tem sido impossível em função de haver a interpretação de que isso colidiria com o Fundamento. (Caso do sufixo -icx, criado para substituir à raiz vir- e nunca apropriado pela comunidade de falantes justamente porque se choca com o Fundamento, apesar de sua perfeita lógica e praticidade.) </p>
<p>Podem anotar: o Esperanto é o ornitorrinco das línguas. Vou até postar um artigo sobre isso. <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>Por: Alyson Vilela</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2009/09/03/esperanto/esperanto-a-melhor-solucao-para-o-problema-da-comunicacao-internacional/comment-page-1#comment-151286</link>
		<dc:creator>Alyson Vilela</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 15:59:01 +0000</pubDate>
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		<description>Não odeio esperanto. Eu tenho um certificado de esperanto, eu conheço até bem a gramática. Mas volto a dizer, o esperanto não muda como as outras línguas porque ainda não tem o caráter de uma língua natural. Mas isso viria, se o mundo inteiro começasse a fala. É inevitável.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não odeio esperanto. Eu tenho um certificado de esperanto, eu conheço até bem a gramática. Mas volto a dizer, o esperanto não muda como as outras línguas porque ainda não tem o caráter de uma língua natural. Mas isso viria, se o mundo inteiro começasse a fala. É inevitável.</p>
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		<title>Por: Arthur</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2009/09/03/esperanto/esperanto-a-melhor-solucao-para-o-problema-da-comunicacao-internacional/comment-page-1#comment-151282</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 20:51:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arthur.bio.br/?p=416#comment-151282</guid>
		<description>Por algum motivo que me custa compreender, TODO MUNDO que não fala Esperanto &quot;sabe&quot; como é o Esperanto até os mais profundos detalhes da sua gramática e da sua dinâmica evolutiva. :) 

Os lingüistas &quot;sabem&quot; que o Esperanto &quot;tem que&quot; se comportar como outra língua qualquer - afinal, se o Esperanto se comportar de modo diferente, então todas as teorias em lingüística estão erradas e precisam ser modificadas. 

Pois o Esperanto é mesmo diferente. 

Eis por que o Esperanto é ODIADO pela absoluta maioria dos lingüistas e dos professores de praticamente todas as faculdades de letras. 

As regras do Esperanto são imutáveis. 

TODOS os substantivos terminam com a letra &quot;o&quot;, era assim no tempo de Zamenhof e continuará assim daqui a vinte séculos, se ainda existir vida humana no planeta até lá. 

TODOS os adjetivos terminam com a letra &quot;a&quot;, era assim no tempo de Zamenhof e continuará assim daqui a vinte séculos, se ainda existir vida humana no planeta até lá. 

TODOS os verbos do Esperanto são regulares e flexionados rigorosamente da mesma maneira, era assim no tempo de Zamenhof e continuará assim daqui a vinte séculos, se ainda existir vida humana no planeta até lá. 

TODOS os advérbios derivados (há uma pequena lista de advérbios fundamentais, fixos, e infinitos advérbios derivados, que podem ser construídos a partir de qualquer raiz) terminam pela letra &quot;e&quot;, era assim no tempo de Zamenhof e continuará assim daqui a vinte séculos, se ainda existir vida humana no planeta até lá. 

Os prefixos e sufixos não são alteráveis. O quadro de correlativos - uma sacada genial de Zamenhof que só o Esperanto possui - não é alterável. Quase nada no Esperanto é alterável, sob pena de não ser reconhecido como Esperanto por nenhum esperantista. Isso faz do Esperanto uma língua com uma estabilidade única. 

Dá para entender por que os lingüistas não gostam do Esperanto: ele viola muitas convicções antigas de seu campo de estudos - e mesmo assim é uma língua completa, plenamente expressiva e VIVA como os lingüistas não conseguem admitir que seja. É como se Zamenhof fosse o Dr. Frankestein: pegou radicais, pegou conceitos gramaticais, deu uma misturada de gênio e &lt;i&gt;voilà&lt;/i&gt;, eis uma língua VIVA que aos olhos dos lingüistas parece um monstro - e, para desespero ou ódio de muitos, ela continua VIVA mais de um século depois de seu surgimento. 

Mas eu falei &lt;i&gt;estável&lt;/i&gt;, não falei &lt;i&gt;fixa&lt;/i&gt;. 

Há pontos em que o Esperanto muda. Uma das 28 letras originais, o H^, se tornou arcaica, hoje ela é substituída em quase todas as antigas ocorrências pela letra K. Alguns modos de dizer se tornaram populares, enquanto outros entraram em desuso (embora permaneçam válidos e reconhecíveis). E inúmeros vocábulos foram incorporados à língua, como softvaro e hardvaro. 

O Esperanto muda, sim, mas de modo diferente de todas as outras línguas: ele muda &lt;i&gt;rigorosamente dentro dos limites gramaticais impostos pelo &quot;Fundamento de Esperanto&quot;&lt;/i&gt;, que é a gramática normativa editada por Zamenhof para garantir a &lt;i&gt;evolução dirigida&lt;/i&gt; do Esperanto, coisa que nenhuma outra língua possui. 

O Esperanto é o ornitorrinco das línguas. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por algum motivo que me custa compreender, TODO MUNDO que não fala Esperanto &#8220;sabe&#8221; como é o Esperanto até os mais profundos detalhes da sua gramática e da sua dinâmica evolutiva. <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  </p>
<p>Os lingüistas &#8220;sabem&#8221; que o Esperanto &#8220;tem que&#8221; se comportar como outra língua qualquer &#8211; afinal, se o Esperanto se comportar de modo diferente, então todas as teorias em lingüística estão erradas e precisam ser modificadas. </p>
<p>Pois o Esperanto é mesmo diferente. </p>
<p>Eis por que o Esperanto é ODIADO pela absoluta maioria dos lingüistas e dos professores de praticamente todas as faculdades de letras. </p>
<p>As regras do Esperanto são imutáveis. </p>
<p>TODOS os substantivos terminam com a letra &#8220;o&#8221;, era assim no tempo de Zamenhof e continuará assim daqui a vinte séculos, se ainda existir vida humana no planeta até lá. </p>
<p>TODOS os adjetivos terminam com a letra &#8220;a&#8221;, era assim no tempo de Zamenhof e continuará assim daqui a vinte séculos, se ainda existir vida humana no planeta até lá. </p>
<p>TODOS os verbos do Esperanto são regulares e flexionados rigorosamente da mesma maneira, era assim no tempo de Zamenhof e continuará assim daqui a vinte séculos, se ainda existir vida humana no planeta até lá. </p>
<p>TODOS os advérbios derivados (há uma pequena lista de advérbios fundamentais, fixos, e infinitos advérbios derivados, que podem ser construídos a partir de qualquer raiz) terminam pela letra &#8220;e&#8221;, era assim no tempo de Zamenhof e continuará assim daqui a vinte séculos, se ainda existir vida humana no planeta até lá. </p>
<p>Os prefixos e sufixos não são alteráveis. O quadro de correlativos &#8211; uma sacada genial de Zamenhof que só o Esperanto possui &#8211; não é alterável. Quase nada no Esperanto é alterável, sob pena de não ser reconhecido como Esperanto por nenhum esperantista. Isso faz do Esperanto uma língua com uma estabilidade única. </p>
<p>Dá para entender por que os lingüistas não gostam do Esperanto: ele viola muitas convicções antigas de seu campo de estudos &#8211; e mesmo assim é uma língua completa, plenamente expressiva e VIVA como os lingüistas não conseguem admitir que seja. É como se Zamenhof fosse o Dr. Frankestein: pegou radicais, pegou conceitos gramaticais, deu uma misturada de gênio e <i>voilà</i>, eis uma língua VIVA que aos olhos dos lingüistas parece um monstro &#8211; e, para desespero ou ódio de muitos, ela continua VIVA mais de um século depois de seu surgimento. </p>
<p>Mas eu falei <i>estável</i>, não falei <i>fixa</i>. </p>
<p>Há pontos em que o Esperanto muda. Uma das 28 letras originais, o H^, se tornou arcaica, hoje ela é substituída em quase todas as antigas ocorrências pela letra K. Alguns modos de dizer se tornaram populares, enquanto outros entraram em desuso (embora permaneçam válidos e reconhecíveis). E inúmeros vocábulos foram incorporados à língua, como softvaro e hardvaro. </p>
<p>O Esperanto muda, sim, mas de modo diferente de todas as outras línguas: ele muda <i>rigorosamente dentro dos limites gramaticais impostos pelo &#8220;Fundamento de Esperanto&#8221;</i>, que é a gramática normativa editada por Zamenhof para garantir a <i>evolução dirigida</i> do Esperanto, coisa que nenhuma outra língua possui. </p>
<p>O Esperanto é o ornitorrinco das línguas. <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Arthur</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2009/09/03/esperanto/esperanto-a-melhor-solucao-para-o-problema-da-comunicacao-internacional/comment-page-1#comment-151281</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 20:28:49 +0000</pubDate>
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		<description>Resposta na seqüência.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Resposta na seqüência.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Félix Maranganha</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2009/09/03/esperanto/esperanto-a-melhor-solucao-para-o-problema-da-comunicacao-internacional/comment-page-1#comment-151280</link>
		<dc:creator>Félix Maranganha</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 20:08:23 +0000</pubDate>
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		<description>E esqueci de dizer: uma gramática regular tende à irregularidade, uma vez que a irregularidade apenas reflete os termos mais usados de um povo e os que tem mais valor intrínseco em determinada comunidade. Um exemplo são os verbos: os verbos mais irregulares são justamente os mais usados, o mesmo se diz das sintaxes, da morfologia, das derivações etc. Logo, com o tempo, a tendência natural do esperanto é que seus falantes privilegiem construções que sejam mais adequadas para seu viver diário, irregularizando as desinências, absorvidas morfo-foneticamente pelo termo médio, que pode ser um sufixo (mais comum), um radical ou um prefixo (menos comum).

Por isso, repito: o fato de ser artificial e regular não torna o Esperanto imune às mudanças linguísticas que ocorrem nas línguas naturais. Tudo o que não muda, morre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E esqueci de dizer: uma gramática regular tende à irregularidade, uma vez que a irregularidade apenas reflete os termos mais usados de um povo e os que tem mais valor intrínseco em determinada comunidade. Um exemplo são os verbos: os verbos mais irregulares são justamente os mais usados, o mesmo se diz das sintaxes, da morfologia, das derivações etc. Logo, com o tempo, a tendência natural do esperanto é que seus falantes privilegiem construções que sejam mais adequadas para seu viver diário, irregularizando as desinências, absorvidas morfo-foneticamente pelo termo médio, que pode ser um sufixo (mais comum), um radical ou um prefixo (menos comum).</p>
<p>Por isso, repito: o fato de ser artificial e regular não torna o Esperanto imune às mudanças linguísticas que ocorrem nas línguas naturais. Tudo o que não muda, morre.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Félix Maranganha</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2009/09/03/esperanto/esperanto-a-melhor-solucao-para-o-problema-da-comunicacao-internacional/comment-page-1#comment-151279</link>
		<dc:creator>Félix Maranganha</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 20:02:49 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;E, para terminar, um comentário sobre a questão da dialetização do Esperanto: isso non ecziste. :) O Esperanto é uma língua de gramática regular, não é possível inserir palavras novas no idioma sem esperantizá-las adequadamente.&quot;

Discordo dessa parte. Toda língua, quando usada, tende a mudar. Não existem línguas fixas. Línguas de gramática regular, a partir do momento em que os falantes começarem a sentir a necessidade de usar termos muito grandes sem precisar de tanto esforço, as próprias leis naturais de economia linguística tenderão a amoldá-la para determinada comunidade de falantes. Mesmo as línguas internacionais, quando faladas por comunidades específicas, tendem a mudar suas regras e sua pronúncia. Artificial ou não, o esperanto é uma língua e, como tal, está sujeita às mesmas leis linguísticas das línguas naturais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;E, para terminar, um comentário sobre a questão da dialetização do Esperanto: isso non ecziste. <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  O Esperanto é uma língua de gramática regular, não é possível inserir palavras novas no idioma sem esperantizá-las adequadamente.&#8221;</p>
<p>Discordo dessa parte. Toda língua, quando usada, tende a mudar. Não existem línguas fixas. Línguas de gramática regular, a partir do momento em que os falantes começarem a sentir a necessidade de usar termos muito grandes sem precisar de tanto esforço, as próprias leis naturais de economia linguística tenderão a amoldá-la para determinada comunidade de falantes. Mesmo as línguas internacionais, quando faladas por comunidades específicas, tendem a mudar suas regras e sua pronúncia. Artificial ou não, o esperanto é uma língua e, como tal, está sujeita às mesmas leis linguísticas das línguas naturais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Arthur</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2009/09/03/esperanto/esperanto-a-melhor-solucao-para-o-problema-da-comunicacao-internacional/comment-page-1#comment-151277</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 19:01:54 +0000</pubDate>
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		<description>Então lê também o trambolho que eu postei pra ele. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então lê também o trambolho que eu postei pra ele. <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Arthur</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2009/09/03/esperanto/esperanto-a-melhor-solucao-para-o-problema-da-comunicacao-internacional/comment-page-1#comment-151276</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 18:59:52 +0000</pubDate>
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		<description>Alyson, ninguém nega que o Esperanto tenha uma &quot;clara estrutura indo-européia&quot;. Afinal, o vocabulário do Esperanto foi formado a partir dos radicais mais freqüentes entre as onze línguas de cultura moderna &lt;i&gt;européias&lt;/i&gt; do final do século XIX, que eram as línguas que Zamenhof dominava - ele que foi um tremendo poliglota e fantástico lingüista amador. 

A questão do Esperanto &quot;não beneficiar a ninguém&quot; não é pelo fato de &quot;ser ou não ser um pouco mais fácil de aprender para alguns povos&quot; e sim pelo fato de &quot;pertencer ou não pertencer a um povo específico&quot;. 

Porém, &lt;i&gt;mesmo pelo ângulo da facilidade de aprendizado&lt;/i&gt; o Esperanto é inegavelmente o melhor e mais universal projeto de língua auxiliar de todos os tempos da história da humanidade. Jamais outra língua planejada chegou aos pés do Esperanto em simplicidade, praticidade, flexibilidade e clareza. E as línguas naturais - desnecessário explicar para quem conhece a história do Esperanto - são TODAS muito, muito, muito piores nesse quesito. 

Não se trata, portanto, de disputar um &quot;top de linha ideal&quot;, mas de reconhecer que o Esperanto é sem sombra de dúvida o &quot;top de linha real&quot; entre as línguas para o propósito a que ele se destina. ;) 

Quanto à estrutura das frases em Esperanto, há um comentário importante a fazer: um dos aspectos mais negligenciados do Esperanto é que &lt;i&gt;por definição e por vocação&lt;/i&gt; o Esperanto admite uma tremenda flexibilidade de expressões distintas para dizer a mesma coisa, sem no entanto que isso se torne empecilho à comunicação, justamente devido a suas características de regularidade gramatical. Assim sendo, ó indivíduo de um povo pode FALAR Esperanto de um modo e o indivíduo do outro povo pode FALAR Esperanto de outro modo e ambos compreenderão perfeitamente o Esperanto um do outro, sem que nenhum deles seja &quot;dono&quot; do &quot;modo de falar correto&quot;, até porque, ao contrário do que ocorre nas línguas étnicas e nacionais, todos os modos de falar são corretos em Esperanto. 

Exemplificando: 

Em português dizemos: &quot;vou de bicicleta à cidade&quot;, ou &quot;vou à cidade de bicicleta&quot;. Ninguém fala &quot;à cidade, de bicicleta eu vou&quot; - a não ser talvez o Yoda, se falasse português, e todo mundo diria &quot;que jeito estranho de falar tem esse sujeito&quot;. Em Esperanto a situação é bem distinta. 

Em Esperanto dizemos: 

&quot;Mi iros per biciklo al la urbo&quot; (eu vou de bicicleta à cidade).  

&quot;Mi iros al la urbo per biciklo&quot; (eu vou à cidade de bicicleta). 

&quot;Mi al la urbo per biciklo iros&quot; (eu à cidade de bicicleta vou). 

&quot;Mi al la urbo iros per bicliklo&quot; (eu à cidade vou de bicicleta). 

&quot;Mi per biciklo iros al la urbo&quot; (eu de bicicleta vou à cidade). 

&quot;Mi per bicliklo al la urbo iros&quot; (eu de bicicleta à cidade vou&quot;). 

...

&quot;Iros mi per biciklo al la urbo&quot; (vou eu de bicicleta à cidade).  

&quot;Iros mi al la urbo per biciklo&quot; (vou eu à cidade de bicicleta). 

&quot;Al la urbo mi per biciklo iros&quot; (à cidade eu de bicicleta vou). 

&quot;Al la urbo mi iros per bicliklo&quot; (à cidade eu vou de bicicleta). 

&quot;Per biciklo mi iros al la urbo&quot; (de bicicleta eu vou à cidade). 

&quot;Per bicliklo mi al la urbo iros&quot; (de bicicleta eu à cidade vou&quot;). 

... 

&quot;Iros per biciklo mi al la urbo&quot; (vou de bicicleta eu à cidade).  

&quot;Iros al la urbo mi per biciklo&quot; (vou à cidade eu de bicicleta). 

&quot;Al la urbo per biciklo mi iros&quot; (à cidade de bicicleta eu vou). 

&quot;Al la urbo iros mi per bicliklo&quot; (à cidade vou eu de bicicleta). 

&quot;Per biciklo iros mi al la urbo&quot; (de bicicleta vou eu à cidade). 

&quot;Per bicliklo al la urbo mi iros&quot; (eu de bicicleta à cidade vou&quot;). 

...

E temos também as formas sintéticas: 

&quot;Mi biciklos urben&quot; (eu bicicletarei à-cidade). 

&quot;Mi urben biciklos&quot; (eu à-cidade bicicletarei). 

&quot;Biciklos mi urben&quot; (bicicletarei eu à-cidade). 

&quot;Biciklos urben mi&quot; (bicicletarei à-cidade eu). 

&quot;Urben mi biciklos&quot; (à-cidade eu bicicletarei).

&quot;Urben biciklos mi&quot; (à-cidade bicicletarei eu). 

... 

Sendo que não listei todas as possibilidades, nem de longe. E TODAS ESTÃO CORRETÍSSIMAS, pois em Esperanto, embora haja modos mais usuais de dizer algumas coisas, TODA EXPRESSÃO GRAMATICALMENTE CORRETA É ACEITÁVEL, ao contrário do que ocorre com as demais línguas. Por exemplo, ninguém em português usa o verbo &quot;bicicletar&quot; - e se usar vai perder pontos na redação do vestibular. 

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Agüentaste ler até aqui? Tem mais. :) 

As línguas não se (como se diz &quot;disvastigxas&quot; em português?) popularizam em função de sua cultura intrínseca, portanto não faz diferença se o Esperanto é &quot;culturalmente insignificante para um povo&quot; para que ele se popularize. Basta que algum maluco ponha um anúncio no jornal oferecendo empregos bem pagos exclusivamente para quem falar Esperanto e &lt;i&gt;voilà&lt;/i&gt;, um enxame de novos esperantistas aparecerá na região. 

E, para terminar, um comentário sobre a questão da dialetização do Esperanto: &lt;i&gt;isso non ecziste&lt;/i&gt;. :) O Esperanto é uma língua de gramática regular, não é possível inserir palavras novas no idioma sem esperantizá-las adequadamente. Assim é que &lt;i&gt;software&lt;/i&gt; virou &lt;i&gt;softvaro&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;harware&lt;/i&gt; virou &lt;hardvaro&lt;/i&gt;. A partir dos radicais devidamente esperantizados, toda flexibilidade e potencial de expressão do Esperanto se tornam imediatamente disponíveis para o falante. Então, como poderia o Esperanto formar dialetos? Não tem como. 

No máximo o Esperanto pode ser falado com um sotaque diferente aqui e ali, ou pode haver a preferência a um determinado neologismo em uma região e a outro em outra, mas o permanente contato internacional &lt;i&gt;aplaina&lt;/i&gt; bem as arestas que eventualmente surgem (em geral a disputa por um determinado neologismo).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alyson, ninguém nega que o Esperanto tenha uma &#8220;clara estrutura indo-européia&#8221;. Afinal, o vocabulário do Esperanto foi formado a partir dos radicais mais freqüentes entre as onze línguas de cultura moderna <i>européias</i> do final do século XIX, que eram as línguas que Zamenhof dominava &#8211; ele que foi um tremendo poliglota e fantástico lingüista amador. </p>
<p>A questão do Esperanto &#8220;não beneficiar a ninguém&#8221; não é pelo fato de &#8220;ser ou não ser um pouco mais fácil de aprender para alguns povos&#8221; e sim pelo fato de &#8220;pertencer ou não pertencer a um povo específico&#8221;. </p>
<p>Porém, <i>mesmo pelo ângulo da facilidade de aprendizado</i> o Esperanto é inegavelmente o melhor e mais universal projeto de língua auxiliar de todos os tempos da história da humanidade. Jamais outra língua planejada chegou aos pés do Esperanto em simplicidade, praticidade, flexibilidade e clareza. E as línguas naturais &#8211; desnecessário explicar para quem conhece a história do Esperanto &#8211; são TODAS muito, muito, muito piores nesse quesito. </p>
<p>Não se trata, portanto, de disputar um &#8220;top de linha ideal&#8221;, mas de reconhecer que o Esperanto é sem sombra de dúvida o &#8220;top de linha real&#8221; entre as línguas para o propósito a que ele se destina. <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  </p>
<p>Quanto à estrutura das frases em Esperanto, há um comentário importante a fazer: um dos aspectos mais negligenciados do Esperanto é que <i>por definição e por vocação</i> o Esperanto admite uma tremenda flexibilidade de expressões distintas para dizer a mesma coisa, sem no entanto que isso se torne empecilho à comunicação, justamente devido a suas características de regularidade gramatical. Assim sendo, ó indivíduo de um povo pode FALAR Esperanto de um modo e o indivíduo do outro povo pode FALAR Esperanto de outro modo e ambos compreenderão perfeitamente o Esperanto um do outro, sem que nenhum deles seja &#8220;dono&#8221; do &#8220;modo de falar correto&#8221;, até porque, ao contrário do que ocorre nas línguas étnicas e nacionais, todos os modos de falar são corretos em Esperanto. </p>
<p>Exemplificando: </p>
<p>Em português dizemos: &#8220;vou de bicicleta à cidade&#8221;, ou &#8220;vou à cidade de bicicleta&#8221;. Ninguém fala &#8220;à cidade, de bicicleta eu vou&#8221; &#8211; a não ser talvez o Yoda, se falasse português, e todo mundo diria &#8220;que jeito estranho de falar tem esse sujeito&#8221;. Em Esperanto a situação é bem distinta. </p>
<p>Em Esperanto dizemos: </p>
<p>&#8220;Mi iros per biciklo al la urbo&#8221; (eu vou de bicicleta à cidade).  </p>
<p>&#8220;Mi iros al la urbo per biciklo&#8221; (eu vou à cidade de bicicleta). </p>
<p>&#8220;Mi al la urbo per biciklo iros&#8221; (eu à cidade de bicicleta vou). </p>
<p>&#8220;Mi al la urbo iros per bicliklo&#8221; (eu à cidade vou de bicicleta). </p>
<p>&#8220;Mi per biciklo iros al la urbo&#8221; (eu de bicicleta vou à cidade). </p>
<p>&#8220;Mi per bicliklo al la urbo iros&#8221; (eu de bicicleta à cidade vou&#8221;). </p>
<p>&#8230;</p>
<p>&#8220;Iros mi per biciklo al la urbo&#8221; (vou eu de bicicleta à cidade).  </p>
<p>&#8220;Iros mi al la urbo per biciklo&#8221; (vou eu à cidade de bicicleta). </p>
<p>&#8220;Al la urbo mi per biciklo iros&#8221; (à cidade eu de bicicleta vou). </p>
<p>&#8220;Al la urbo mi iros per bicliklo&#8221; (à cidade eu vou de bicicleta). </p>
<p>&#8220;Per biciklo mi iros al la urbo&#8221; (de bicicleta eu vou à cidade). </p>
<p>&#8220;Per bicliklo mi al la urbo iros&#8221; (de bicicleta eu à cidade vou&#8221;). </p>
<p>&#8230; </p>
<p>&#8220;Iros per biciklo mi al la urbo&#8221; (vou de bicicleta eu à cidade).  </p>
<p>&#8220;Iros al la urbo mi per biciklo&#8221; (vou à cidade eu de bicicleta). </p>
<p>&#8220;Al la urbo per biciklo mi iros&#8221; (à cidade de bicicleta eu vou). </p>
<p>&#8220;Al la urbo iros mi per bicliklo&#8221; (à cidade vou eu de bicicleta). </p>
<p>&#8220;Per biciklo iros mi al la urbo&#8221; (de bicicleta vou eu à cidade). </p>
<p>&#8220;Per bicliklo al la urbo mi iros&#8221; (eu de bicicleta à cidade vou&#8221;). </p>
<p>&#8230;</p>
<p>E temos também as formas sintéticas: </p>
<p>&#8220;Mi biciklos urben&#8221; (eu bicicletarei à-cidade). </p>
<p>&#8220;Mi urben biciklos&#8221; (eu à-cidade bicicletarei). </p>
<p>&#8220;Biciklos mi urben&#8221; (bicicletarei eu à-cidade). </p>
<p>&#8220;Biciklos urben mi&#8221; (bicicletarei à-cidade eu). </p>
<p>&#8220;Urben mi biciklos&#8221; (à-cidade eu bicicletarei).</p>
<p>&#8220;Urben biciklos mi&#8221; (à-cidade bicicletarei eu). </p>
<p>&#8230; </p>
<p>Sendo que não listei todas as possibilidades, nem de longe. E TODAS ESTÃO CORRETÍSSIMAS, pois em Esperanto, embora haja modos mais usuais de dizer algumas coisas, TODA EXPRESSÃO GRAMATICALMENTE CORRETA É ACEITÁVEL, ao contrário do que ocorre com as demais línguas. Por exemplo, ninguém em português usa o verbo &#8220;bicicletar&#8221; &#8211; e se usar vai perder pontos na redação do vestibular. </p>
<p>&#8230; </p>
<p>Agüentaste ler até aqui? Tem mais. <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  </p>
<p>As línguas não se (como se diz &#8220;disvastigxas&#8221; em português?) popularizam em função de sua cultura intrínseca, portanto não faz diferença se o Esperanto é &#8220;culturalmente insignificante para um povo&#8221; para que ele se popularize. Basta que algum maluco ponha um anúncio no jornal oferecendo empregos bem pagos exclusivamente para quem falar Esperanto e <i>voilà</i>, um enxame de novos esperantistas aparecerá na região. </p>
<p>E, para terminar, um comentário sobre a questão da dialetização do Esperanto: <i>isso non ecziste</i>. <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  O Esperanto é uma língua de gramática regular, não é possível inserir palavras novas no idioma sem esperantizá-las adequadamente. Assim é que <i>software</i> virou <i>softvaro</i> e <i>harware</i> virou <hardvaro </i>. A partir dos radicais devidamente esperantizados, toda flexibilidade e potencial de expressão do Esperanto se tornam imediatamente disponíveis para o falante. Então, como poderia o Esperanto formar dialetos? Não tem como. </p>
<p>No máximo o Esperanto pode ser falado com um sotaque diferente aqui e ali, ou pode haver a preferência a um determinado neologismo em uma região e a outro em outra, mas o permanente contato internacional <i>aplaina</i> bem as arestas que eventualmente surgem (em geral a disputa por um determinado neologismo).</hardvaro></p>
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