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	<title>Comentários sobre: O segredo do sucesso nos relacionamentos</title>
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	<description>Em busca de vida inteligente na Terra</description>
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		<title>Por: Arthur</title>
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		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 03:00:56 +0000</pubDate>
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		<description>Pô, eu não sou machista, nem ateu. Mas ironicamente só estou respondendo esta mensagem quase um ano e meio depois. :-P Certo, registrado, eu ainda vou escrever sobre pedofilia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pô, eu não sou machista, nem ateu. Mas ironicamente só estou respondendo esta mensagem quase um ano e meio depois. <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' />  Certo, registrado, eu ainda vou escrever sobre pedofilia.</p>
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		<title>Por: Ianne</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2009/09/22/relacionamentos/o-segredo-do-sucesso-nos-relacionamentos/comment-page-1#comment-148585</link>
		<dc:creator>Ianne</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 23:26:10 +0000</pubDate>
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		<description>Eu te admiro, cara. Você é machista, irônico, ateu (pense nisso comicamente, pois é o soar que quero dar) mas incrivelmente sensível ao mesmo tempo. Você acredita simplesmente que o mundo é uma coisa fácil de se entender a teoria e complicado de se colocar em prática, e eu tenho que admitir que concordo. Afinal, escreva sobre Pedofilia, pois ainda não vi nenhum tópico seu sobre isso, e esse é um tema que me faz rir muito. Obrigada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu te admiro, cara. Você é machista, irônico, ateu (pense nisso comicamente, pois é o soar que quero dar) mas incrivelmente sensível ao mesmo tempo. Você acredita simplesmente que o mundo é uma coisa fácil de se entender a teoria e complicado de se colocar em prática, e eu tenho que admitir que concordo. Afinal, escreva sobre Pedofilia, pois ainda não vi nenhum tópico seu sobre isso, e esse é um tema que me faz rir muito. Obrigada.</p>
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		<title>Por: Arthur</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2009/09/22/relacionamentos/o-segredo-do-sucesso-nos-relacionamentos/comment-page-1#comment-11161</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 00:24:37 +0000</pubDate>
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		<description>Um dos fatores a que imputo maior responsabilidade pela dificuldade generalizada de manter relacionamentos duradouros hoje em dia é a cultura do &quot;ficar&quot; que se estabeleceu a partir da minha geração e atingiu níveis aberrantes hoje em dia. 

Eu tive algumas amigas com quase trinta anos que ainda saíam para a balada toda a semana &quot;pra pegar uns gateeeeenhos e beijar moooooito&quot;, nas palavras delas. Não é que elas sejam retardadas ou coisa que o valha, é simplesmente o resultado do treinamento a que os jovens hoje em dia se submetem desde a mais tenra adolescência, quando a disponibilidade de parceiros é praticamente ilimitada e o desestímulo à formação de vínculos vem tanto da família quanto dos amigos. 

A conseqüência trágica dessa dinâmica é que ninguém aprende a construir um relacionamento, limitando-se a trocar experiências superficiais ao longo de mais de uma década e chegando à idade adulta sem nenhuma idéia de como lidar com uma pessoa real. 

Esse pessoal não percebe que para matar a carência afetiva é necessário desenvolver a capacidade de construir vínculos afetivos. Contato meramente físico não supre a necessidade de afeto de ninguém. Quem entra nessa onda nunca fica satisfeito, podendo sempre ser encontrado na  noite seguinte procurando mais uma dose de ilusão na balada. (Qualquer semelhança com a atitude de viciados em drogas &lt;i&gt;não é&lt;/i&gt; mera coincidência.) 

Como muita gente se encontra preso na mesma armadilha, o mercado de carne humana na balada se retroalimenta e perpetua o ciclo de relacionamentos superficiais de alta rotatividade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos fatores a que imputo maior responsabilidade pela dificuldade generalizada de manter relacionamentos duradouros hoje em dia é a cultura do &#8220;ficar&#8221; que se estabeleceu a partir da minha geração e atingiu níveis aberrantes hoje em dia. </p>
<p>Eu tive algumas amigas com quase trinta anos que ainda saíam para a balada toda a semana &#8220;pra pegar uns gateeeeenhos e beijar moooooito&#8221;, nas palavras delas. Não é que elas sejam retardadas ou coisa que o valha, é simplesmente o resultado do treinamento a que os jovens hoje em dia se submetem desde a mais tenra adolescência, quando a disponibilidade de parceiros é praticamente ilimitada e o desestímulo à formação de vínculos vem tanto da família quanto dos amigos. </p>
<p>A conseqüência trágica dessa dinâmica é que ninguém aprende a construir um relacionamento, limitando-se a trocar experiências superficiais ao longo de mais de uma década e chegando à idade adulta sem nenhuma idéia de como lidar com uma pessoa real. </p>
<p>Esse pessoal não percebe que para matar a carência afetiva é necessário desenvolver a capacidade de construir vínculos afetivos. Contato meramente físico não supre a necessidade de afeto de ninguém. Quem entra nessa onda nunca fica satisfeito, podendo sempre ser encontrado na  noite seguinte procurando mais uma dose de ilusão na balada. (Qualquer semelhança com a atitude de viciados em drogas <i>não é</i> mera coincidência.) </p>
<p>Como muita gente se encontra preso na mesma armadilha, o mercado de carne humana na balada se retroalimenta e perpetua o ciclo de relacionamentos superficiais de alta rotatividade.</p>
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		<title>Por: Arthur</title>
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		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 00:00:19 +0000</pubDate>
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		<description>O problema é que só paciência, sem cumplicidade, ninguém consegue manter por 65 anos. Certamente vovó não contou tudo. Aposto que eles gostavam muito um do outro. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema é que só paciência, sem cumplicidade, ninguém consegue manter por 65 anos. Certamente vovó não contou tudo. Aposto que eles gostavam muito um do outro. <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Por: Arthur</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2009/09/22/relacionamentos/o-segredo-do-sucesso-nos-relacionamentos/comment-page-1#comment-11141</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 23:58:13 +0000</pubDate>
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		<description>Hehehehe... Parabéns, meu caro, pois isso está cada vez mais raro. Hoje em dia todo mundo exige ser aceito como é, mas ninguém tolera as idiossincrasias alheias. O resultado é que perante a primeira dificuldade séria a maioria dos relacionamentos se desfaz.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hehehehe&#8230; Parabéns, meu caro, pois isso está cada vez mais raro. Hoje em dia todo mundo exige ser aceito como é, mas ninguém tolera as idiossincrasias alheias. O resultado é que perante a primeira dificuldade séria a maioria dos relacionamentos se desfaz.</p>
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		<title>Por: Romacof</title>
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		<dc:creator>Romacof</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 20:25:40 +0000</pubDate>
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		<description>Mulheres iguais a minha há aos milhares. Possivelmente algumas com características superiores em um ou outro quesito. Mas a minha é especial. Especialista. Única. Duvido encontrar uma que me suporte com toda minha maluquice. Este é o segredo de um bom relacionamento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mulheres iguais a minha há aos milhares. Possivelmente algumas com características superiores em um ou outro quesito. Mas a minha é especial. Especialista. Única. Duvido encontrar uma que me suporte com toda minha maluquice. Este é o segredo de um bom relacionamento.</p>
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		<title>Por: Mônica</title>
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		<dc:creator>Mônica</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 18:58:46 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é o que minha sábia avozinha, que hoje joga mahjong com Santa Rita, dizia: é preciso muita paciência. Com os outros, com o mundo e com a gente mesma. Bom, ela foi casada por quase 65 anos com meu avô, então quem sou eu pra discordar, né?  :-)
abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é o que minha sábia avozinha, que hoje joga mahjong com Santa Rita, dizia: é preciso muita paciência. Com os outros, com o mundo e com a gente mesma. Bom, ela foi casada por quase 65 anos com meu avô, então quem sou eu pra discordar, né?  <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /><br />
abraço!</p>
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