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Uma pergunta sobre o julgamento do caso Cesare Battisti no STF

O Supremo Tribunal Federal acha mesmo que a cúpula de uma organização denominada “Proletários Armados Pelo Comunismo” recebeu o benefício da delação premiada do governo italiano por cagüetar um “criminoso comum”? 

Ou os ministros do STF perderam o senso do ridículo, ou estão nos chamando a todos de idiotas. Ou as duas coisas, claro, pois elas não são mutuamente excludentes.

Este episódio seria cômico se não fosse vergonhoso.

4 comments to Uma pergunta sobre o julgamento do caso Cesare Battisti no STF

  • NRA

    E quando a delação premiada foi usada para desmantelar a máfia italiana, foi com o intuito de pegar criminosos comuns? Meio boba essa sua pergunta, até mesmo porque a delação premiada existe na lei brasileira.

    • NRA, é um absurdo o instituto da delação premiada ser aceito em qualquer lugar do mundo. É matematicamente demonstrável (Teoria dos Jogos, Dilema do Prisioneiro) que a delação premiada induz a falsas delações.

      Há diversos grupos de links na coluna da esquerda do Pensar Não Dói. Sob o título “Aprender a pensar” há um link intitulado “Teoria dos Jogos e da Cooperação”. Neste link há um curso online gratuito em que podes estudar a base lógico-matemática que fundamenta esta questão.

      Dá uma olhada no curso de Teoria dos Jogos e da Cooperação, ou pelo menos procura “Dilema do Prisioneiro” na Wikipédia, que entenderás por que a delação premiada deve ser abolida.

  • NRA

    Tenha santa paciência. Demonstrar matematicamente que a delação premiada induz a falsas delações só pode ser piada….Meu caro, a delação premiada já foi provada como instrumento importante no desmonte de organizações criminosas, por exemplo, no caso da máfia italiana. E sabe por que? E sabe por que? Porque não basta somente a delação. Os fatos, as evidências, as provas tem que corroborar o que o “delator” alega, entendeu?

    • Pois é, mas Battisti foi condenado exclusivamente com base nas acusações da delação premiada, à revelia e em contrário às provas dos autos, que demonstravam que ele nem sequer poderia estar presente nos lugares dos crimes nas horas em que eles foram cometidos, por absoluta impossibilidade física de se deslocar tão rápido quanto seria necessário. E mesmo assim esse “detalhe inconveniente” não foi levado em consideração.

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