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	<title>Comentários sobre: Se o uso de drogas e o tráfico de drogas são tão ruins, por que não oferecemos algo melhor à juventude?</title>
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	<description>Em busca de vida inteligente na Terra</description>
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		<title>Por: Arthur</title>
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		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 22:40:24 +0000</pubDate>
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		<description>És um fantástico exemplo de determinação e perseverança! Espero, entretanto, que tenhas consciência de que teu exemplo não é generalizável e não pode servir como modelo para a produção de políticas públicas, ou daríamos razão aos insensíveis que dizem que &quot;quem quer luta e consegue&quot; e assim justificam um sistema político-econômico em que a solidariedade não é um valor presente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>És um fantástico exemplo de determinação e perseverança! Espero, entretanto, que tenhas consciência de que teu exemplo não é generalizável e não pode servir como modelo para a produção de políticas públicas, ou daríamos razão aos insensíveis que dizem que &#8220;quem quer luta e consegue&#8221; e assim justificam um sistema político-econômico em que a solidariedade não é um valor presente.</p>
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		<title>Por: Lunah Lan</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/08/drogas/se-o-uso-de-drogas-e-o-trafico-de-drogas-sao-tao-ruins-por-que-nao-oferecemos-algo-melhor-a-juventude/comment-page-1#comment-154128</link>
		<dc:creator>Lunah Lan</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 13:19:07 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;E você provavelmente não tem a menor idéia do que é nascer e crescer no ambiente de uma família desestruturada e disfuncional que mora em um barraco em um bairro miserável onde o Estado só se faz presente quando a polícia entra em confronto com alguém.&quot;

Sai da casa dos meus pais muito jovem, por não concordar que o meu pai bebesse e batesse na minha mãe, em mim e nas duas irmãs mais nova sem motivo. Morei na rua, mas trabalhava de ajudante de costureira a troco de comida e banho, lugar que me permitiram guardar os meus livros, como gostava de estudar e o meu pai ja tinha me tirado da escola várias vezes, eu procurei uma escola particular contei a minha situação e pedi uma bolsa, que me foi concedida, assim eu trabalhava, almoçava e tomava banho no trabalho e ia pra escola a noite e dormia na rua quando saia da escola, e chorava de fome nos finais de semana, mas nunca comprei nada &quot;fiado&quot; porque sabia que não teria dinheiro pra pagar e nunca roubei também, as vezes algumas pessoas ajudavam, mas eu nunca pedi. Um dia em peguei prática o suficiente pra poder receber pelo meu trabalho e aí pude alugar um quarto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;E você provavelmente não tem a menor idéia do que é nascer e crescer no ambiente de uma família desestruturada e disfuncional que mora em um barraco em um bairro miserável onde o Estado só se faz presente quando a polícia entra em confronto com alguém.&#8221;</p>
<p>Sai da casa dos meus pais muito jovem, por não concordar que o meu pai bebesse e batesse na minha mãe, em mim e nas duas irmãs mais nova sem motivo. Morei na rua, mas trabalhava de ajudante de costureira a troco de comida e banho, lugar que me permitiram guardar os meus livros, como gostava de estudar e o meu pai ja tinha me tirado da escola várias vezes, eu procurei uma escola particular contei a minha situação e pedi uma bolsa, que me foi concedida, assim eu trabalhava, almoçava e tomava banho no trabalho e ia pra escola a noite e dormia na rua quando saia da escola, e chorava de fome nos finais de semana, mas nunca comprei nada &#8220;fiado&#8221; porque sabia que não teria dinheiro pra pagar e nunca roubei também, as vezes algumas pessoas ajudavam, mas eu nunca pedi. Um dia em peguei prática o suficiente pra poder receber pelo meu trabalho e aí pude alugar um quarto.</p>
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		<title>Por: Arthur</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/08/drogas/se-o-uso-de-drogas-e-o-trafico-de-drogas-sao-tao-ruins-por-que-nao-oferecemos-algo-melhor-a-juventude/comment-page-1#comment-148999</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 17:52:48 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é... semana passada descobri que a pessoa que tinha se enfiado em uma seita evangélica fundamentalistas recaiu no crack... :( 

Vamos atualizar o ditado? 
&lt;b&gt;
A religião é o crack do povão. 
&lt;/b&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é&#8230; semana passada descobri que a pessoa que tinha se enfiado em uma seita evangélica fundamentalistas recaiu no crack&#8230; <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  </p>
<p>Vamos atualizar o ditado?<br />
<b><br />
A religião é o crack do povão.<br />
</b></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Who</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/08/drogas/se-o-uso-de-drogas-e-o-trafico-de-drogas-sao-tao-ruins-por-que-nao-oferecemos-algo-melhor-a-juventude/comment-page-1#comment-147714</link>
		<dc:creator>Who</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 21:09:21 +0000</pubDate>
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		<description>Então deixa eu ver se entendi. A ideia gira em torno da conscientização (diria propagação de ideias), mas não apenas nisso, junto disso é que vem a criatividade para pensar em algo benéfico a essas pessoas que não tem opções (que é de quem estamos falando, suponho, Amélia por exemplo) de forma em que este &quot;algo benéfico&quot; possa ser de certa forma, autosuficiente, em que as pessoas tramalhem em cima e ajudem a manter o meio de ajuda delas (e para elas), seja uma iniciativa empresária, ou alguma solução de um problema comum em que uma ideia (e uma iniciativa) criativa beneficie a todos, certo? Hm, confesso que já venho trabalhando nessa parte conscientizadora a um tempo, principalmente com a internet (ajuda muito a criar debates e propagar informação, incrivelmente), mas que a parte pratica, da iniciativa, eu praticamente disconsiderei, sabe, meio que jogando pra segundo plano. Sempre pensei em ser músico, se não,um professor ou um escritor, jornalista, um &quot;formador de opinião&quot;, mas foi realmente esclarecedor o aspecto prático. Como eu realmente adoro cultura de forma geral, acho que derrepente poderia fazer algo destinado a cultura, música, ou cinema, pintura, sabe, acredito que inclusive existam projetos com esses fins já, de oferecer arte e cultura como uma possibilidade para pessoas (principalmente jovens?) sem escolhas, mas requer sempre uma grande organização e um grupo de pessoas engajadas, pelo o que imagino. É esse o aspecto que me desanima, eu simplesmente não consigo visualizar isso na minha vida atual, é sempre algo futuro, talvez não muito distante, mas ao menos um pouco distante. Estava pensando que derrepente pudesse haver algo mais geral, cabivel a realmente todos, como hábitos diários que pudessem ser repensados por qualquer um, mas parece exigir um nivel maior de complexidade. Irei pensar em novas ideias, já que, &quot;pensar não dói&quot; haha, mas espero que eu tenha enxergado a ideia principal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então deixa eu ver se entendi. A ideia gira em torno da conscientização (diria propagação de ideias), mas não apenas nisso, junto disso é que vem a criatividade para pensar em algo benéfico a essas pessoas que não tem opções (que é de quem estamos falando, suponho, Amélia por exemplo) de forma em que este &#8220;algo benéfico&#8221; possa ser de certa forma, autosuficiente, em que as pessoas tramalhem em cima e ajudem a manter o meio de ajuda delas (e para elas), seja uma iniciativa empresária, ou alguma solução de um problema comum em que uma ideia (e uma iniciativa) criativa beneficie a todos, certo? Hm, confesso que já venho trabalhando nessa parte conscientizadora a um tempo, principalmente com a internet (ajuda muito a criar debates e propagar informação, incrivelmente), mas que a parte pratica, da iniciativa, eu praticamente disconsiderei, sabe, meio que jogando pra segundo plano. Sempre pensei em ser músico, se não,um professor ou um escritor, jornalista, um &#8220;formador de opinião&#8221;, mas foi realmente esclarecedor o aspecto prático. Como eu realmente adoro cultura de forma geral, acho que derrepente poderia fazer algo destinado a cultura, música, ou cinema, pintura, sabe, acredito que inclusive existam projetos com esses fins já, de oferecer arte e cultura como uma possibilidade para pessoas (principalmente jovens?) sem escolhas, mas requer sempre uma grande organização e um grupo de pessoas engajadas, pelo o que imagino. É esse o aspecto que me desanima, eu simplesmente não consigo visualizar isso na minha vida atual, é sempre algo futuro, talvez não muito distante, mas ao menos um pouco distante. Estava pensando que derrepente pudesse haver algo mais geral, cabivel a realmente todos, como hábitos diários que pudessem ser repensados por qualquer um, mas parece exigir um nivel maior de complexidade. Irei pensar em novas ideias, já que, &#8220;pensar não dói&#8221; haha, mas espero que eu tenha enxergado a ideia principal.</p>
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		<title>Por: Arthur</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/08/drogas/se-o-uso-de-drogas-e-o-trafico-de-drogas-sao-tao-ruins-por-que-nao-oferecemos-algo-melhor-a-juventude/comment-page-1#comment-147713</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 20:24:31 +0000</pubDate>
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		<description>Ceeeeeeeeeeerto! :) 

Olha, ninguém disse que precisas empreender hoje. É uma idéia a ser considerada para o futuro. Há inúmeras outras. Vamos ver, assim de improviso, o que posso sugerir.  

Os pontos que eu considero fundamentais são não tentar &lt;i&gt;apenas&lt;/i&gt; &quot;conscientizar&quot; as pessoas e não se lançar em atividades que consumam tempo, esforços e recursos para manter a si mesmas ao invés de atingir um objetivo. 

Podemos tentar conscientizar as pessoas para a necessidade de praticar esportes, mas o melhor é descobrir um local adequado e acessível, organizar grupos e tratar de praticar mesmo algum esporte. 

Podemos tentar conscientizar as pessoas para a necessidade de reciclar materiais, mas o melhor é montar no condomínio ou no bairro um sistema de coleta de materiais já devidamente limpos para serem encaminhados à reciclagem e dividir o lucro desta venda entre todos os que participaram, conforme o peso e a natureza dos materiais que trouxeram, descontadas obviamente as despesas necessárias para estocar e transportar os materiais até as empresas de reciclagem e o pagamento do tempo de quem realizar esta tarefa. (Olha aí a idéia para montar uma empresa.) 

Podemos tentar conscientizar as pessoas para a necessidade de não usar drogas para ter uma vida saudável, mas o melhor é identificar o que está faltando para que elas tenham uma vida saudável e não sintam necessidade de anestesiar sua percepção de mundo com o uso de entorpecentes. O que está faltando na vida das pessoas que usam drogas que vivem próximas a ti? O que pode ser feito para suprir as necessidades delas? 

Será melhor reivindicar ao Poder Público que instale mais postos de polícia no bairro ou que aproveite as dependência de uma escola para oferecer cursos profissionalizantes em parceria com SENAI, SENAC, SEBRAE ou alguma empresa que absorva a mão-de-obra formada no curso? Ou talvez montar uma ONG e oferecer aulas gratuitas de reforço para alunos de uma escola pobre não repetirem de ano, ajudando assim a reduzir a evasão escolar? 

Uma possibilidade ainda melhor é reunir um grupo de amigos e fazer um &lt;i&gt;brainstorm&lt;/i&gt; perguntando: &quot;o que podemos fazer de útil para ajudar a resolver este problema, dentro destes limites&quot;? (E como podemos ampliar estes limites?)

Agora dá umas idéias aí também! ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ceeeeeeeeeeerto! <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  </p>
<p>Olha, ninguém disse que precisas empreender hoje. É uma idéia a ser considerada para o futuro. Há inúmeras outras. Vamos ver, assim de improviso, o que posso sugerir.  </p>
<p>Os pontos que eu considero fundamentais são não tentar <i>apenas</i> &#8220;conscientizar&#8221; as pessoas e não se lançar em atividades que consumam tempo, esforços e recursos para manter a si mesmas ao invés de atingir um objetivo. </p>
<p>Podemos tentar conscientizar as pessoas para a necessidade de praticar esportes, mas o melhor é descobrir um local adequado e acessível, organizar grupos e tratar de praticar mesmo algum esporte. </p>
<p>Podemos tentar conscientizar as pessoas para a necessidade de reciclar materiais, mas o melhor é montar no condomínio ou no bairro um sistema de coleta de materiais já devidamente limpos para serem encaminhados à reciclagem e dividir o lucro desta venda entre todos os que participaram, conforme o peso e a natureza dos materiais que trouxeram, descontadas obviamente as despesas necessárias para estocar e transportar os materiais até as empresas de reciclagem e o pagamento do tempo de quem realizar esta tarefa. (Olha aí a idéia para montar uma empresa.) </p>
<p>Podemos tentar conscientizar as pessoas para a necessidade de não usar drogas para ter uma vida saudável, mas o melhor é identificar o que está faltando para que elas tenham uma vida saudável e não sintam necessidade de anestesiar sua percepção de mundo com o uso de entorpecentes. O que está faltando na vida das pessoas que usam drogas que vivem próximas a ti? O que pode ser feito para suprir as necessidades delas? </p>
<p>Será melhor reivindicar ao Poder Público que instale mais postos de polícia no bairro ou que aproveite as dependência de uma escola para oferecer cursos profissionalizantes em parceria com SENAI, SENAC, SEBRAE ou alguma empresa que absorva a mão-de-obra formada no curso? Ou talvez montar uma ONG e oferecer aulas gratuitas de reforço para alunos de uma escola pobre não repetirem de ano, ajudando assim a reduzir a evasão escolar? </p>
<p>Uma possibilidade ainda melhor é reunir um grupo de amigos e fazer um <i>brainstorm</i> perguntando: &#8220;o que podemos fazer de útil para ajudar a resolver este problema, dentro destes limites&#8221;? (E como podemos ampliar estes limites?)</p>
<p>Agora dá umas idéias aí também! <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Who</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/08/drogas/se-o-uso-de-drogas-e-o-trafico-de-drogas-sao-tao-ruins-por-que-nao-oferecemos-algo-melhor-a-juventude/comment-page-1#comment-147712</link>
		<dc:creator>Who</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 19:32:13 +0000</pubDate>
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		<description>Bem, é uma ótima dica, mas pra mim, que mal fiz meus 18 anos (e nem se preocupe que já passei da fase de seguidor-esquerdista-revolucionario-politicamente-correto faz tempo, não vou te encher o saco com isso) agorinha em dezembro - com todo orgulho que um rockn&#039;roller que faz aniversário no mesmo dia que o Keith Richards pode ter (: -  &quot;empreendedorismo com consciência social&quot; parece ser um futuro meio distante pra mim, daqui a pouco vou sair de casa e provavelmente mal vou ter grana pra me manter (inicialmente apenas, assim espero), então, bem, sou contra todas essas políticas proibitivas e estou longe de julgar alguém pelo fato desse fazer uso de drogas, felizmente considero isso algo (pelo menos isso) já bem desenvolvido em mim. Então acho que seria interessante ver mais algumas, as mais interessantes talvez, dessas 199 que restaram. (:</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, é uma ótima dica, mas pra mim, que mal fiz meus 18 anos (e nem se preocupe que já passei da fase de seguidor-esquerdista-revolucionario-politicamente-correto faz tempo, não vou te encher o saco com isso) agorinha em dezembro &#8211; com todo orgulho que um rockn&#8217;roller que faz aniversário no mesmo dia que o Keith Richards pode ter (: &#8211;  &#8220;empreendedorismo com consciência social&#8221; parece ser um futuro meio distante pra mim, daqui a pouco vou sair de casa e provavelmente mal vou ter grana pra me manter (inicialmente apenas, assim espero), então, bem, sou contra todas essas políticas proibitivas e estou longe de julgar alguém pelo fato desse fazer uso de drogas, felizmente considero isso algo (pelo menos isso) já bem desenvolvido em mim. Então acho que seria interessante ver mais algumas, as mais interessantes talvez, dessas 199 que restaram. (:</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Arthur</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/08/drogas/se-o-uso-de-drogas-e-o-trafico-de-drogas-sao-tao-ruins-por-que-nao-oferecemos-algo-melhor-a-juventude/comment-page-1#comment-147711</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 19:09:47 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, &quot;Who&quot;, primeiramente meu muito obrigado pela visita, pelos elogios e pelo interesse! 

Muito interessante o &quot;Porrada Cultural&quot;, embora eu particularmente não costume me expressar &lt;a href=&quot;http://porradacultural.blogspot.com/2010/07/corporacoes-fodem-o-planeta-e-o-culpado.html&quot; target=&quot;blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;nestes termos&lt;/a&gt;. Aprecio esse tipo de dica. 

Bem, agora vou tentar te responder. 

Tu fazes duas perguntas: 

1) Onde entras na &quot;implementação de políticas que melhorem a qualidade de vida dessas pessoas por parte do estado&quot;.

2) &quot;O que exatamente, no sentido mais prático, posso fazer além de escolher (...) políticos que lideram as questões sobre políticas de drogas&quot;. 

OK. As respostas são: 

1) Atuando politicamente. 

2) Muita coisa. 

:) 

Hehehehe... calma, não é sacanagem, é recurso mnemônico. 

Eu poderia escrever um livro intitulado &quot;Duzentas coisas que você poderia fazer para...&quot; para responder cada uma das tuas perguntas. Ao invés disso, prefiro que tenhas em mente o seguinte: 
&lt;b&gt; 
Trabalho formiguinha não resolve, porque as tendências políticas e econômicas são imensos tamanduás.
&lt;/b&gt; 
Traduzindo, de nada adianta a gente trabalhar imensamente por um objetivo contrário às tendências políticas da época e muito menos por um objetivo contrário à racionalidade econômica. 

Vou te dar o exemplo da minha trajetória. 

Trabalhando sozinho, com muita garra, eu consegui tirar seis pessoas do vício do crack. 

Uma delas, &lt;a href=&quot;http://arthur.bio.br/2010/06/14/drogas/crack-nem-pensar/ah-meu-deus-que-saudade-da-amelia&quot; target=&quot;blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Amélia&lt;/a&gt;, sem apoio familiar nem perspectivas de melhoria de qualidade de vida, recaiu e se afundou na droga. 

Outra se meteu em uma seita evangélica fundamentalista, trocando portanto um vício incapacitante por outro. 

Outras duas só conseguem se manter abstêmias com minha constante supervisão e mesmo assim eventualmente têm recaídas, felizmente não muito graves até agora, mas com óbvio risco de se afundarem novamente. 

E as outras duas se mantém abstêmias porque assumiram as rédeas de suas vidas e passaram a desenvolver atividades econômicas que lhes possibilitam um estilo de vida saudável. 

Isso ao longo de dez anos. 

Agora decidi largar o serviço público e abrir uma empresinha. Em poucos meses vou construir uma estruturazinha que vai permitir oferecer alguns empregos e ajudar mais gente a organizar sua vida de modo mais estável do que em dez anos de correrias, gastos e estresses. 

Ao invés de gastar dinheiro tentando ajudar as pessoas a se livrarem de problemas, vou passar a ganhar dinheiro abrindo oportunidades para as pessoas estruturarem suas vidas de modo mais saudável. 

Portanto, meu conselho é este: divulgar informação de boa qualidade sempre, claro, mas principalmente &lt;i&gt;construir estruturas auto-sustentáveis voltadas a gerar oportunidades para que as pessoas passem a viver de modo saudável&lt;/i&gt;. 

&quot;Empreendedorismo com consciência social.&quot; 

É uma boa dica ou devo sugerir mais 199? :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, &#8220;Who&#8221;, primeiramente meu muito obrigado pela visita, pelos elogios e pelo interesse! </p>
<p>Muito interessante o &#8220;Porrada Cultural&#8221;, embora eu particularmente não costume me expressar <a href="http://porradacultural.blogspot.com/2010/07/corporacoes-fodem-o-planeta-e-o-culpado.html" target="blank" rel="nofollow">nestes termos</a>. Aprecio esse tipo de dica. </p>
<p>Bem, agora vou tentar te responder. </p>
<p>Tu fazes duas perguntas: </p>
<p>1) Onde entras na &#8220;implementação de políticas que melhorem a qualidade de vida dessas pessoas por parte do estado&#8221;.</p>
<p>2) &#8220;O que exatamente, no sentido mais prático, posso fazer além de escolher (&#8230;) políticos que lideram as questões sobre políticas de drogas&#8221;. </p>
<p>OK. As respostas são: </p>
<p>1) Atuando politicamente. </p>
<p>2) Muita coisa. </p>
<p> <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  </p>
<p>Hehehehe&#8230; calma, não é sacanagem, é recurso mnemônico. </p>
<p>Eu poderia escrever um livro intitulado &#8220;Duzentas coisas que você poderia fazer para&#8230;&#8221; para responder cada uma das tuas perguntas. Ao invés disso, prefiro que tenhas em mente o seguinte:<br />
<b><br />
Trabalho formiguinha não resolve, porque as tendências políticas e econômicas são imensos tamanduás.<br />
</b><br />
Traduzindo, de nada adianta a gente trabalhar imensamente por um objetivo contrário às tendências políticas da época e muito menos por um objetivo contrário à racionalidade econômica. </p>
<p>Vou te dar o exemplo da minha trajetória. </p>
<p>Trabalhando sozinho, com muita garra, eu consegui tirar seis pessoas do vício do crack. </p>
<p>Uma delas, <a href="http://arthur.bio.br/2010/06/14/drogas/crack-nem-pensar/ah-meu-deus-que-saudade-da-amelia" target="blank" rel="nofollow">Amélia</a>, sem apoio familiar nem perspectivas de melhoria de qualidade de vida, recaiu e se afundou na droga. </p>
<p>Outra se meteu em uma seita evangélica fundamentalista, trocando portanto um vício incapacitante por outro. </p>
<p>Outras duas só conseguem se manter abstêmias com minha constante supervisão e mesmo assim eventualmente têm recaídas, felizmente não muito graves até agora, mas com óbvio risco de se afundarem novamente. </p>
<p>E as outras duas se mantém abstêmias porque assumiram as rédeas de suas vidas e passaram a desenvolver atividades econômicas que lhes possibilitam um estilo de vida saudável. </p>
<p>Isso ao longo de dez anos. </p>
<p>Agora decidi largar o serviço público e abrir uma empresinha. Em poucos meses vou construir uma estruturazinha que vai permitir oferecer alguns empregos e ajudar mais gente a organizar sua vida de modo mais estável do que em dez anos de correrias, gastos e estresses. </p>
<p>Ao invés de gastar dinheiro tentando ajudar as pessoas a se livrarem de problemas, vou passar a ganhar dinheiro abrindo oportunidades para as pessoas estruturarem suas vidas de modo mais saudável. </p>
<p>Portanto, meu conselho é este: divulgar informação de boa qualidade sempre, claro, mas principalmente <i>construir estruturas auto-sustentáveis voltadas a gerar oportunidades para que as pessoas passem a viver de modo saudável</i>. </p>
<p>&#8220;Empreendedorismo com consciência social.&#8221; </p>
<p>É uma boa dica ou devo sugerir mais 199? <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
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		<title>Por: Who</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/08/drogas/se-o-uso-de-drogas-e-o-trafico-de-drogas-sao-tao-ruins-por-que-nao-oferecemos-algo-melhor-a-juventude/comment-page-1#comment-147704</link>
		<dc:creator>Who</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 06:01:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arthur.bio.br/?p=819#comment-147704</guid>
		<description>Hey Arthur, em primeiro quero parabeniza-lo pelo blog, eu ia dormir a meia-noite, mas ai conheci seu blog hoje, favoritei e estou aqui as 2 e meia da madrugada comentando haha. Gostaria de agradecer por me dar inspiração, digo, nos últimos tempos tinha descoberto o blog do meu ex professor de história que sempre admirei (se quiser conferir é o porradacultural.blogspot.com, desculpe a propaganda, mas talvez você goste, eu adoro) e agora descobri o seu blog (através de uma busca no Google sobre um filme do grupo Baader Meinhof - buscando opiniões -, então eu acabei indo parar no &quot;Mídia Sem Máscara&quot;, e li algumas coisas por lá, pasmo, resolvi procurar no Google sobre o site para ver se era alguma brincadeira de mal gosto ou algo do tipo (sic), haha, e acabei lendo uma critica sobre eles aqui no seu blog, obviamente era um dos resultados), e a anos venho adiando a ideia de montar um blog, mas agora não mais. Fora toda essa tentativa (espero que bem sucedida, gosto disso) de criar algum aspecto de intimidade no meu comentário, provavelmente também como forma de desculpa por não ter comentado os outros varios posts que li (e eu sei como qualquer pessoa que escreve gosta de ver o &quot;retorno&quot; - acho que resultado ou influência ficaria melhor - de sua contribuição), ou qualquer outra coisa, afinal eu já estou quase despencando pro lado de sono, aqui vai o verdadeiro motivo, a verdadeira questão que me fez escrever todo esse comentário é a seguinte: 

&quot;Certo, li seu post e os comentários, coincide com o que já pensava antes, e realmente entendi (ao menos espero ter entendido), com exceção de que, quando você diz que NÓS, mais precisamente, EU, também sou o culpado pela situação de várias pessoas como Amélia, o que exatamente, no sentido mais prático, posso fazer além de escolher, infelizmente a medida do possível, e muitas vezes indiretamente (ministros por exemplo), políticos que lideram as questões sobre políticas de drogas?&quot;

De certa forma, sempre me questionei &quot;o que posso fazer pelos menos favorecidos?&quot;. Seu post sugere a implementação de políticas que melhorem a qualidade de vida dessas pessoas por parte do estado, e bem, onde exatamente entro nisso de forma prática? Serei muito grato se conseguir me responder, abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hey Arthur, em primeiro quero parabeniza-lo pelo blog, eu ia dormir a meia-noite, mas ai conheci seu blog hoje, favoritei e estou aqui as 2 e meia da madrugada comentando haha. Gostaria de agradecer por me dar inspiração, digo, nos últimos tempos tinha descoberto o blog do meu ex professor de história que sempre admirei (se quiser conferir é o porradacultural.blogspot.com, desculpe a propaganda, mas talvez você goste, eu adoro) e agora descobri o seu blog (através de uma busca no Google sobre um filme do grupo Baader Meinhof &#8211; buscando opiniões -, então eu acabei indo parar no &#8220;Mídia Sem Máscara&#8221;, e li algumas coisas por lá, pasmo, resolvi procurar no Google sobre o site para ver se era alguma brincadeira de mal gosto ou algo do tipo (sic), haha, e acabei lendo uma critica sobre eles aqui no seu blog, obviamente era um dos resultados), e a anos venho adiando a ideia de montar um blog, mas agora não mais. Fora toda essa tentativa (espero que bem sucedida, gosto disso) de criar algum aspecto de intimidade no meu comentário, provavelmente também como forma de desculpa por não ter comentado os outros varios posts que li (e eu sei como qualquer pessoa que escreve gosta de ver o &#8220;retorno&#8221; &#8211; acho que resultado ou influência ficaria melhor &#8211; de sua contribuição), ou qualquer outra coisa, afinal eu já estou quase despencando pro lado de sono, aqui vai o verdadeiro motivo, a verdadeira questão que me fez escrever todo esse comentário é a seguinte: </p>
<p>&#8220;Certo, li seu post e os comentários, coincide com o que já pensava antes, e realmente entendi (ao menos espero ter entendido), com exceção de que, quando você diz que NÓS, mais precisamente, EU, também sou o culpado pela situação de várias pessoas como Amélia, o que exatamente, no sentido mais prático, posso fazer além de escolher, infelizmente a medida do possível, e muitas vezes indiretamente (ministros por exemplo), políticos que lideram as questões sobre políticas de drogas?&#8221;</p>
<p>De certa forma, sempre me questionei &#8220;o que posso fazer pelos menos favorecidos?&#8221;. Seu post sugere a implementação de políticas que melhorem a qualidade de vida dessas pessoas por parte do estado, e bem, onde exatamente entro nisso de forma prática? Serei muito grato se conseguir me responder, abraço.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Arthur</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/08/drogas/se-o-uso-de-drogas-e-o-trafico-de-drogas-sao-tao-ruins-por-que-nao-oferecemos-algo-melhor-a-juventude/comment-page-1#comment-137064</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 02:43:31 +0000</pubDate>
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		<description>Eduardo, eu acho que o buraco é ainda mais embaixo. Eles nos dizem &quot;não caia no buraco&quot;, &quot;não caia no buraco&quot;, &quot;não caia no buraco&quot;... e logo em seguida anunciam &quot;tapaburacolite a ciment-cola que melhor tapa buracos&quot;! 

O pior de tudo é que muitas vezes o sujeito &quot;cai no buraco&quot; porque gosta da visão do céu lá de dentro, ou porque ele acha lá dentro fresquinho, ou porque de qualquer forma se sente bem dentro do buraco, mas por apresentar esse comportamento &quot;desviado&quot; ele é rotulado como &quot;doente&quot; e o escavador de buracos que lhe presta o serviço desejado é rotulado como &quot;inimigo da sociedade&quot;. 

Quem é que os inimigos da livre escolha pensam que são, que legitimidade eles pensam que tem, que direito eles pensam que lhes assiste, para definir quais são as ecolhas &quot;certas&quot; e as escolhas &quot;erradas&quot; para todas as outras pessoas e ainda impor estas escolhas através do aparelho estatal que todos sustentamos com nossos impostos? Isso é um absurdo. 

Agora... vai ver se os arautos da repressão se preocupam em exigir das autoridades &lt;i&gt;saneamento básico&lt;/i&gt; porque viver ao lado de valões com esgoto a céu aberto faz mal à saúde. Vai ver se os arautos da repressão investem em oferecimento de educação, renda digna e qualidade de vida para a população miserável deste país. 

Os arautos da repressão não querem melhorar a sociedade nem a vida dos outros, o que eles realmente querem é apenas que o problema seja varrido para longe, de preferência metendo todos os &quot;desviados&quot; na cadeia ou no cemitério. E tem muita gente desavisada que compra esse discurso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo, eu acho que o buraco é ainda mais embaixo. Eles nos dizem &#8220;não caia no buraco&#8221;, &#8220;não caia no buraco&#8221;, &#8220;não caia no buraco&#8221;&#8230; e logo em seguida anunciam &#8220;tapaburacolite a ciment-cola que melhor tapa buracos&#8221;! </p>
<p>O pior de tudo é que muitas vezes o sujeito &#8220;cai no buraco&#8221; porque gosta da visão do céu lá de dentro, ou porque ele acha lá dentro fresquinho, ou porque de qualquer forma se sente bem dentro do buraco, mas por apresentar esse comportamento &#8220;desviado&#8221; ele é rotulado como &#8220;doente&#8221; e o escavador de buracos que lhe presta o serviço desejado é rotulado como &#8220;inimigo da sociedade&#8221;. </p>
<p>Quem é que os inimigos da livre escolha pensam que são, que legitimidade eles pensam que tem, que direito eles pensam que lhes assiste, para definir quais são as ecolhas &#8220;certas&#8221; e as escolhas &#8220;erradas&#8221; para todas as outras pessoas e ainda impor estas escolhas através do aparelho estatal que todos sustentamos com nossos impostos? Isso é um absurdo. </p>
<p>Agora&#8230; vai ver se os arautos da repressão se preocupam em exigir das autoridades <i>saneamento básico</i> porque viver ao lado de valões com esgoto a céu aberto faz mal à saúde. Vai ver se os arautos da repressão investem em oferecimento de educação, renda digna e qualidade de vida para a população miserável deste país. </p>
<p>Os arautos da repressão não querem melhorar a sociedade nem a vida dos outros, o que eles realmente querem é apenas que o problema seja varrido para longe, de preferência metendo todos os &#8220;desviados&#8221; na cadeia ou no cemitério. E tem muita gente desavisada que compra esse discurso.</p>
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	<item>
		<title>Por: Eduardo Marques</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/08/drogas/se-o-uso-de-drogas-e-o-trafico-de-drogas-sao-tao-ruins-por-que-nao-oferecemos-algo-melhor-a-juventude/comment-page-1#comment-137037</link>
		<dc:creator>Eduardo Marques</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 May 2010 02:51:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arthur.bio.br/?p=819#comment-137037</guid>
		<description>Eu acho é que a vida na sociedade ocidental está ficando a cada dia mais insuportável. Não use drogas, não faça sexo sem camisinha, não isso, não aquilo... Não que eu concorde em usar drogas ou fazer sexo de maneira irresponsável -- quero ser feliz e, para isso, preciso estar sóbrio e com algum dinheiro no bolso --, mas, em vez de proibições, por que não modelos a seguir? Modelos de força, saúde, inteligência. 

Eu acho que isso tudo é manipulação. Ao dizer para as pessoas &quot;não caia no buraco&quot;, &quot;não caia no buraco&quot;, &quot;não caia no buraco&quot;, estão é fazendo-as olhar o buraco e cair nele.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho é que a vida na sociedade ocidental está ficando a cada dia mais insuportável. Não use drogas, não faça sexo sem camisinha, não isso, não aquilo&#8230; Não que eu concorde em usar drogas ou fazer sexo de maneira irresponsável &#8212; quero ser feliz e, para isso, preciso estar sóbrio e com algum dinheiro no bolso &#8211;, mas, em vez de proibições, por que não modelos a seguir? Modelos de força, saúde, inteligência. </p>
<p>Eu acho que isso tudo é manipulação. Ao dizer para as pessoas &#8220;não caia no buraco&#8221;, &#8220;não caia no buraco&#8221;, &#8220;não caia no buraco&#8221;, estão é fazendo-as olhar o buraco e cair nele.</p>
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