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	<title>Comentários sobre: Viva a &#8220;família-de-comercial-de-margarina&#8221;!</title>
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	<description>Em busca de vida inteligente na Terra</description>
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		<title>Por: Arthur</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/12/relacionamentos/viva-a-familia-de-comercial-de-margarina/comment-page-1#comment-149107</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 17:31:31 +0000</pubDate>
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		<description>Só pra ter certeza que ficou claro o que eu quis dizer: eu não acho que as outras variações sejam necessariamente disfuncionais, o que me incomoda é que hoje em dia muita gente diz que &lt;i&gt;o casamento&lt;/i&gt; é &quot;necessariamente disfuncional&quot; porque &quot;falido&quot;, &quot;ultrapasasdo&quot;, &quot;obsoleto&quot;, etc. 

Disfuncionais são os relacionamentos sem afeto nem respeito mútuo. [2]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só pra ter certeza que ficou claro o que eu quis dizer: eu não acho que as outras variações sejam necessariamente disfuncionais, o que me incomoda é que hoje em dia muita gente diz que <i>o casamento</i> é &#8220;necessariamente disfuncional&#8221; porque &#8220;falido&#8221;, &#8220;ultrapasasdo&#8221;, &#8220;obsoleto&#8221;, etc. </p>
<p>Disfuncionais são os relacionamentos sem afeto nem respeito mútuo. [2]</p>
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		<title>Por: Arthur</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/12/relacionamentos/viva-a-familia-de-comercial-de-margarina/comment-page-1#comment-149106</link>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 17:26:01 +0000</pubDate>
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		<description>Como é que eu não tinha respondido ainda essa confusão toda? :P Mas a lógica é essa, Camargo: amor e respeito são a base de qualquer relacionamento saudável. Onde estes elementos faltarem, qualquer que seja o modelo de relacionamento, certamente faltará o mais importante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como é que eu não tinha respondido ainda essa confusão toda? <img src='http://arthur.bio.br/pensar-nao-doi/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  Mas a lógica é essa, Camargo: amor e respeito são a base de qualquer relacionamento saudável. Onde estes elementos faltarem, qualquer que seja o modelo de relacionamento, certamente faltará o mais importante.</p>
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		<title>Por: Felipe</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/12/relacionamentos/viva-a-familia-de-comercial-de-margarina/comment-page-1#comment-149095</link>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 21:28:29 +0000</pubDate>
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		<description>Espero construir uma família-de-comercial-de-margarina, diferindo apenas na quantidade de filhos: quatro ou cinco.
Na minha opinião, é um ótimo modelo de família, mas acho errado quem chamaria famílias compostas por casais com filhos de outros casamentos, famílias que nunca casaram, e todas as outras variações de disfuncionais/alternativas/diferentes. Afinal, hoje em dia, chuto que devem ser maioria.
Mas há quem sabe que dinfuncionais são aquelas sem afeto e respeito mútuo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Espero construir uma família-de-comercial-de-margarina, diferindo apenas na quantidade de filhos: quatro ou cinco.<br />
Na minha opinião, é um ótimo modelo de família, mas acho errado quem chamaria famílias compostas por casais com filhos de outros casamentos, famílias que nunca casaram, e todas as outras variações de disfuncionais/alternativas/diferentes. Afinal, hoje em dia, chuto que devem ser maioria.<br />
Mas há quem sabe que dinfuncionais são aquelas sem afeto e respeito mútuo!</p>
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	<item>
		<title>Por: Lya</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/12/relacionamentos/viva-a-familia-de-comercial-de-margarina/comment-page-1#comment-134560</link>
		<dc:creator>Lya</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 May 2010 00:16:11 +0000</pubDate>
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		<description>Do  que  é  feita  uma  família?
Não  é  o  amor  a  argamassa  da  família,não  o  amor   como  o  conhecemos,é   o  perdão,a  tolerância  e  a  compaixão.O  respeito  pelas  pessoas  conta  muito  e  a vontade  de a  pessoa   ser  um  ser  humano  melhor,mais  ainda.
Aquela   família  de comercial  existe,por  momentos.Ela  não  é  assim  vinte  e quatro  horas.
Nem  tem  como  ser. Não   casamos  só  com  nossos  maridos,casamos  também  com  sua   parentela,e  eles  com  a nossa.
Imagine 300  pessoas  juntas.
Pessoas   totalmente  diferentes  umas  das  outras.
Não  sou  casada,e  nem  quero,mas  vivi  com  um  homem  10 anos. Ele  é  argentino  e  da  família  dele,só  três  pessoas  me aceitaram.Eu  era  a &quot;estrangeira&quot; .Do   primeiro  relacionamento  dele  restaram  dois  filhos,um  que  ele  amava  e  o  outro  que  sequer  gostado  era.Mesmo  não  sendo  aceita,por  dez anos,  eu  fui  a  ponte  entre ele  e aquele  filho.Eu  fiz  o  que  pude,mas não  consegui  transpor  as barreiras  do  preconceito. Não  sei  dizer  se,o  fato  de não  ser  aceita  pela  família  dele,foi
o   motivo  da  nossa  separação,mas  ajudou  bastante.Tenho, hoje, um  relacionamento  de  20  anos,não  é   igual  aquele  do  comercial,mas  com  eles  ganhei   confiança,maturidade  e  a certeza  que  casamento   bom, além  de não  ter  um  molde,tem  que  ter   a  boa  vontade  de  TODOS  os  envolvidos,rs. Isso  quer  dizer  que  temos  que  aceitar  até  aquelas  pessoas
que,eventualmente,se  portem  com   antipatia.
A  forma  contratual  mudou, não   a  relação  em si. Da minha  geração,não  conheço  ninguém   que  tenha  casado  com   18 anos   e que ainda  esteja  junto. Acredito   que  a   velha  instituição  do  casamento  acabe,não  a família. Não  precisamos  de um contrato,  para  provar   que  somos   pessoas  respeitáveis,ele  é dispensável.
A  família  mudou,viva a nova  família! Não  precisamos  casar,não  precisamos  ter  filhos,nem  precisamos  mais  viver  na  mesma  casa.
A  família   agora  é   unida  pelo   afeto. Pelo  desejo  de estar   junta.
As  mulheres  não gravitam  mais  ao  redor  de seus maridos   e  filhos,e  se o  fazem  é  por  prazer.
Os  homens  fazem  a mesma  coisa,a  santa  do  lar,não  existe  mais.
Existem  pessoas  que  se gostam,que  se respeitam  e que  tentam conciliar   diferenças.
Foi  um choque  para  minha  sogra  descobrir  que  metade de seus  filhos(10) se separou.Que  metade  de seus  filhos  não  se casou  e que  seus  netos  são  ateus,rs.
Minha  pequena  família  tem  150  membros,rs.
Alguns, mais  aventureiros,estão  no  terceiro  casamento. Fica  assim: os  meus  filhos,os  seus  filhos, os  filhos  do  seu  marido  e os  filhos  da  minha  mulher....os  NOSSOS  FILHOS,A   NOSSA  FAMÍLIA.Que
não  é  pefeita,mas  que  é  a que  temos  para  amar.
O  triste  nisso  tudo, são  as pessoas  que  teimam  em  manter  as velhas  e carcomidas  estruturas, por  medo  da  felicidade   ser  da  conta  delas  e não  da sociedade.
Quando  nos  damos  conta  de  que  somos  vítimas  apenas  de nós  mesmos,  a felicidade  se torna  possível,não  onde a queremos,mas  onde ela  está.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Do  que  é  feita  uma  família?<br />
Não  é  o  amor  a  argamassa  da  família,não  o  amor   como  o  conhecemos,é   o  perdão,a  tolerância  e  a  compaixão.O  respeito  pelas  pessoas  conta  muito  e  a vontade  de a  pessoa   ser  um  ser  humano  melhor,mais  ainda.<br />
Aquela   família  de comercial  existe,por  momentos.Ela  não  é  assim  vinte  e quatro  horas.<br />
Nem  tem  como  ser. Não   casamos  só  com  nossos  maridos,casamos  também  com  sua   parentela,e  eles  com  a nossa.<br />
Imagine 300  pessoas  juntas.<br />
Pessoas   totalmente  diferentes  umas  das  outras.<br />
Não  sou  casada,e  nem  quero,mas  vivi  com  um  homem  10 anos. Ele  é  argentino  e  da  família  dele,só  três  pessoas  me aceitaram.Eu  era  a &#8220;estrangeira&#8221; .Do   primeiro  relacionamento  dele  restaram  dois  filhos,um  que  ele  amava  e  o  outro  que  sequer  gostado  era.Mesmo  não  sendo  aceita,por  dez anos,  eu  fui  a  ponte  entre ele  e aquele  filho.Eu  fiz  o  que  pude,mas não  consegui  transpor  as barreiras  do  preconceito. Não  sei  dizer  se,o  fato  de não  ser  aceita  pela  família  dele,foi<br />
o   motivo  da  nossa  separação,mas  ajudou  bastante.Tenho, hoje, um  relacionamento  de  20  anos,não  é   igual  aquele  do  comercial,mas  com  eles  ganhei   confiança,maturidade  e  a certeza  que  casamento   bom, além  de não  ter  um  molde,tem  que  ter   a  boa  vontade  de  TODOS  os  envolvidos,rs. Isso  quer  dizer  que  temos  que  aceitar  até  aquelas  pessoas<br />
que,eventualmente,se  portem  com   antipatia.<br />
A  forma  contratual  mudou, não   a  relação  em si. Da minha  geração,não  conheço  ninguém   que  tenha  casado  com   18 anos   e que ainda  esteja  junto. Acredito   que  a   velha  instituição  do  casamento  acabe,não  a família. Não  precisamos  de um contrato,  para  provar   que  somos   pessoas  respeitáveis,ele  é dispensável.<br />
A  família  mudou,viva a nova  família! Não  precisamos  casar,não  precisamos  ter  filhos,nem  precisamos  mais  viver  na  mesma  casa.<br />
A  família   agora  é   unida  pelo   afeto. Pelo  desejo  de estar   junta.<br />
As  mulheres  não gravitam  mais  ao  redor  de seus maridos   e  filhos,e  se o  fazem  é  por  prazer.<br />
Os  homens  fazem  a mesma  coisa,a  santa  do  lar,não  existe  mais.<br />
Existem  pessoas  que  se gostam,que  se respeitam  e que  tentam conciliar   diferenças.<br />
Foi  um choque  para  minha  sogra  descobrir  que  metade de seus  filhos(10) se separou.Que  metade  de seus  filhos  não  se casou  e que  seus  netos  são  ateus,rs.<br />
Minha  pequena  família  tem  150  membros,rs.<br />
Alguns, mais  aventureiros,estão  no  terceiro  casamento. Fica  assim: os  meus  filhos,os  seus  filhos, os  filhos  do  seu  marido  e os  filhos  da  minha  mulher&#8230;.os  NOSSOS  FILHOS,A   NOSSA  FAMÍLIA.Que<br />
não  é  pefeita,mas  que  é  a que  temos  para  amar.<br />
O  triste  nisso  tudo, são  as pessoas  que  teimam  em  manter  as velhas  e carcomidas  estruturas, por  medo  da  felicidade   ser  da  conta  delas  e não  da sociedade.<br />
Quando  nos  damos  conta  de  que  somos  vítimas  apenas  de nós  mesmos,  a felicidade  se torna  possível,não  onde a queremos,mas  onde ela  está.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: camargo</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/12/relacionamentos/viva-a-familia-de-comercial-de-margarina/comment-page-1#comment-134556</link>
		<dc:creator>camargo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 May 2010 23:31:39 +0000</pubDate>
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		<description>que virão, acredito, no futuro, a serem fundamentos de uma sociedade mais humana...

por favor leiam: que virão, no futuro, a ser fundamento...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>que virão, acredito, no futuro, a serem fundamentos de uma sociedade mais humana&#8230;</p>
<p>por favor leiam: que virão, no futuro, a ser fundamento&#8230;</p>
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		<title>Por: camargo</title>
		<link>http://arthur.bio.br/2010/05/12/relacionamentos/viva-a-familia-de-comercial-de-margarina/comment-page-1#comment-134543</link>
		<dc:creator>camargo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 May 2010 20:45:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arthur.bio.br/?p=1529#comment-134543</guid>
		<description>é preciso encarar variações no modelo tradicional de relacionamento, até pq esse modelo nos foi induzido por uma necessidade da igreja dominante no ocidente por muito tempo, de aumentar indefinidamente a população de adeptos. Creio que um relacionamento em idade tenra tem grandes dificuldades em ser sério, profundo, a não ser que a sociedade toda se remodele para isso. De uma maneira geral, há uma proposta para nos formarmos em alguma profissão, formarmos família e povoarmos o mundo. Isso pode não dar certo. Felizmente a batedeira da vida está formando, com dores e suores e lágrimas e risos, novos padrões familiares, que virão, acredito, no futuro, a serem fundamentos de uma sociedade mais humana. Recentemente um juiz (ou juiza, não lembro) aprovou a adoção de uma criança por um casal homossexual (gerando jurisprudência para isso). Achei interessante os comentários que ouvi na rádio UDESC de Florianópolis, em que o locutor lia as declarações do representante da CNBB, que era contra a decisão judicial, alegando que a criança tem que fundamentar sua educação e inserção na figura do pai (homem) e mãe (mulher), do contrário poderá ser um desajustado. A mesma opinião era dada pelo representante das igrejas evangélicas. Por último ele leu a opinião do representante da FEB (e não é a força expedicionária brasileira), que dizia-se favorável à decisão, alegando que o que é realmente importante é o amor e o respeito para a formação do carater. Também alegou que atualmente a família brasileira é composta da figura do pai e da mãe, somente em 51% dos casos, e os marginais e desajustados da sociedade não vêm, nem são a maioria vindos, desses outros 49%. 
Concordo, sem proselitismos, que o amor e o respeito é fundamental. Concordo também que amor e respeito se aprende desde criança, mas que nestes assuntos só se chega à maturidade, na maioria dos casos, além dos 21 anos, idade média que ocorrem os casamentos. É um pouco irresponsabilidade nossa permitir casamentos &quot;oficiais&quot; para pessoas muito jovens, embora eu concorde que não se deva nunca desistimular o relacionamento nessa idade, porém, em moldes mais racionais.
Eu casei com 22 anos e tive um bom relacionamento com minha ex esposa por 11 anos. Tivemos um filho que mora hoje tanto comigo quanto com ela, a escolher. Até hoje atendo no consultório da minha ex esposa e temos um ótimo relacionamento, até porque ela e minha atual esposa são amigas e me dou muito bem com o atual marido dela. Conseguimos, sempre através do respeito, manter os laços de amizade. Ano passado os 5 (meu filho incluso, de 22 anos) viajamos juntos e é comum os almoços e jantares com todos reunidos. Minha atual esposa também atende no consultório da ex, o marido da ex, que é um ótimo marcineiro, faz os móveis da casa da minha esposa atual (e da casa da sogra também). EStou casado há 7 anos novamente, eu moro em Balneário Camboriú, ela mora em Florianópolis. Normalmente nos vemos nos fins de semana. Isso tudo é um pouco complexo para quem não está acostumado, mas é um novo padrão, que espero aos poucos vá se disseminando. E funciona pq foi embasado sempre no amor e no respeito, como pede nosso amigo Arthur;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>é preciso encarar variações no modelo tradicional de relacionamento, até pq esse modelo nos foi induzido por uma necessidade da igreja dominante no ocidente por muito tempo, de aumentar indefinidamente a população de adeptos. Creio que um relacionamento em idade tenra tem grandes dificuldades em ser sério, profundo, a não ser que a sociedade toda se remodele para isso. De uma maneira geral, há uma proposta para nos formarmos em alguma profissão, formarmos família e povoarmos o mundo. Isso pode não dar certo. Felizmente a batedeira da vida está formando, com dores e suores e lágrimas e risos, novos padrões familiares, que virão, acredito, no futuro, a serem fundamentos de uma sociedade mais humana. Recentemente um juiz (ou juiza, não lembro) aprovou a adoção de uma criança por um casal homossexual (gerando jurisprudência para isso). Achei interessante os comentários que ouvi na rádio UDESC de Florianópolis, em que o locutor lia as declarações do representante da CNBB, que era contra a decisão judicial, alegando que a criança tem que fundamentar sua educação e inserção na figura do pai (homem) e mãe (mulher), do contrário poderá ser um desajustado. A mesma opinião era dada pelo representante das igrejas evangélicas. Por último ele leu a opinião do representante da FEB (e não é a força expedicionária brasileira), que dizia-se favorável à decisão, alegando que o que é realmente importante é o amor e o respeito para a formação do carater. Também alegou que atualmente a família brasileira é composta da figura do pai e da mãe, somente em 51% dos casos, e os marginais e desajustados da sociedade não vêm, nem são a maioria vindos, desses outros 49%.<br />
Concordo, sem proselitismos, que o amor e o respeito é fundamental. Concordo também que amor e respeito se aprende desde criança, mas que nestes assuntos só se chega à maturidade, na maioria dos casos, além dos 21 anos, idade média que ocorrem os casamentos. É um pouco irresponsabilidade nossa permitir casamentos &#8220;oficiais&#8221; para pessoas muito jovens, embora eu concorde que não se deva nunca desistimular o relacionamento nessa idade, porém, em moldes mais racionais.<br />
Eu casei com 22 anos e tive um bom relacionamento com minha ex esposa por 11 anos. Tivemos um filho que mora hoje tanto comigo quanto com ela, a escolher. Até hoje atendo no consultório da minha ex esposa e temos um ótimo relacionamento, até porque ela e minha atual esposa são amigas e me dou muito bem com o atual marido dela. Conseguimos, sempre através do respeito, manter os laços de amizade. Ano passado os 5 (meu filho incluso, de 22 anos) viajamos juntos e é comum os almoços e jantares com todos reunidos. Minha atual esposa também atende no consultório da ex, o marido da ex, que é um ótimo marcineiro, faz os móveis da casa da minha esposa atual (e da casa da sogra também). EStou casado há 7 anos novamente, eu moro em Balneário Camboriú, ela mora em Florianópolis. Normalmente nos vemos nos fins de semana. Isso tudo é um pouco complexo para quem não está acostumado, mas é um novo padrão, que espero aos poucos vá se disseminando. E funciona pq foi embasado sempre no amor e no respeito, como pede nosso amigo Arthur;</p>
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