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Não existe feminista em navio que está afundando

Feministas dizem que lutam pela igualdade dos sexos, mas basta um mínimo de atenção sobre o discurso feminista para perceber que isso é uma grande mentira.

Feminista é alguém que acha certo que o homem preste serviço militar obrigatório, mas que a mulher tem o direito de escolher se quer ou não prestar serviço militar.

Feminista é alguém que acha que a mulher tem que receber o mesmo salário do homem, mas que o homem tem a obrigação de pagar o restaurante, o motel e a gasolina.

Feminista é alguém que diz que luta por igualdade de direitos, mas que acha certo que a licença maternidade dure seis meses e a licença paternidade apenas oito dias.

Feminista é alguém que considera um absurdo um homem abandonar uma mulher porque ela engravidou, mas acha perfeitamente razoável uma mulher engravidar propositalmente sem contar ao homem e assim privar pai e filho do direito de conviverem.

Feminista é alguém que acha que a mulher deve ter o direito de optar entre trabalhar e dedicar-se exclusivamente ao lar enquanto é sustentada por um homem, mas acha que o homem que é sustentado por uma mulher é um parasita.

Feminista é alguém que luta contra toda forma de violência contra a mulher independentemente de justificativa, mas acha que a mulher tem o direito de assassinar o próprio filho no ventre bastando manifestar essa vontade.

Feminista é alguém que diz que o homem não precisa da proteção da Lei Maria da Penha porque é mais forte, mas considera um crime qualquer uso da força por parte de um homem contra uma mulher, mesmo em legítima defesa contra uma agressão.

Feminista é alguém que acha que o homem que trai a mulher é um canalha sem-vergonha, mas a mulher que trai o homem é moderna e despojada.

Feminista é alguém que acha que se o homem abre uma porta e puxa uma cadeira está objetificando e infantilizando a mulher, mas quando fura um pneu espera que o homem se ofereça para trocá-lo.

Feminista é alguém que diz que a mulher tem o direito de lutar pelo que acha correto, mas que acha este texto um absurdo porque se trata de um homem dizendo algo que vai contra os interesses feministas.

Conclusão

Feminismo é apenas o sexismo politicamente correto da atualidade. Felizmente nem todo mundo é cego perante suas incoerências.

Vou acreditar no discurso feminista quando vir um piquete de feministas em frente a uma danceteria denunciando que as promoções do tipo “mulher não paga até a meia-noite” são um “intolerável abuso sexista objetificante da mulher promovido pelo patriarcado falocêntrico” e exigindo o direito de pagar o mesmo valor de ingresso que os homens. Afinal, feministas não dizem lutar pela igualdade?

Igualdade só quando convém é pura hipocrisia.

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 10/07/2010

::

Atualização a 12/07/2010:

Advertência:

Este texto é uma crítica ao feminismo em função de eu considerar este movimento social uma forma de sexismo. Portanto, este texto não é um apoio ao machismo, em relação ao qual tenho a mesma crítica: todo sexismo é condenável.

Homens e mulheres de todas as orientações sexuais são iguais em dignidade e deveriam ser iguais em direitos. Todos merecem ser felizes e devem ter o direito de buscar a felicidade do modo que bem entenderem, desde que não prejudiquem terceiros no processo.

Eu sou um defensor radical dos Direitos Humanos universais, inalienáveis, indivisíveis e interdependentes. Pessoas cujo discurso estimula o ódio ou o ressentimento com base em sexo ou orientação sexual, raça, credo, idade, etc. são meus inimigos ideológicos. Se estas pessoas gostarem do que eu escrevo, é porque não me entenderam . Eu quero construir um mundo em que todos se tratem com respeito fraterno.

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 12/07/2010

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170 comments to Não existe feminista em navio que está afundando

  • Vamos por parte: Eu também acho que vivemos em mundos diferentes. Com certeza vivemos e que bom que vivemos. Agradeço por isso….Vou colocar links de matérias com dados e tal. As mulheres ainda sofrem bastante, mas existe um avanço. Dá uma olhadinha, caso você queira e possa.
    PS: vc está certo, elas são responsáveis por quase a metade da renda.
    PS2: Ainda bem que não existe só o modelo convencional de família e que as mulheres ganharam o direito ao divórcio, trabalho fora de casa…

    http://www.folhape.com.br/index.php/caderno-economia/554829?task=view
    http://www.rel-uita.org/mujer/mundo_do_trabalho.htm
    http://www.aliceportugal.org.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=142&Itemid=2

    Mais uma vez, acho que você nunca conheceu uma feminista de verdade. Existe, sim, o feminismo de conveniência, assim como existem várias outras coisas por conveniência. É, é um movimento muito querido. Admiro os movimentos populares que provocam mudanças positivas. Sim, sou feminista ;D..Oh, esqueci que não gosta de carinhas e risadinhas…
    Eu enxerguei a capacidade crítica do autor e não concordo com ela. Acho que fui tão irônica como ele. Foi uma agressão sim. Ao contrário de vc eu acho normal que opiniões causem diversas interpretações, até mesmo ofensas. Somos plurais, não é verdade?
    “Só faltou nos chamar de frustrados, pega ninguém, enrustidos, viados etc”. Não, sou boa demais para isso, não acho que sejam e nunca generalizo as coisas e pessoas. Acho um erro. Meu bem, quando falei do movimento machista foi realmente muito irônico, lembrando que o Arthur fez uma crítica ao feminismo. Quanto aos oito meses de licença, foi apenas uma comparação com o que ele falou sobre os homens terem 8 dias de licença. Mas que bom que se reserva. Sinto-me poupada e te agradeço por isso. Obrigada.
    Eu também acho a hipocrisia engraçada, falar uma coisa e fazer outra. Isso é terrível. Tem pessoas que não vivem o que pensam, as bandeiras que levantam. Lamentável! Viu? Temos algo em comum. Está certo que você é BEM mais grosso que eu, mas temos um ponto em comum: odiamos a hipocrisia. Ahhh, colega, não me lembro de ter sido contra a contemplação da Lei Maria da Penha aos homens. Acho que toda forma de agressão, independente de ser homem ou mulher, precisa ser punida. Veja, eu sei trocar pneu, respeito o sexo oposto, tenho muitos amigos.
    Opa, e quem disse que homem tem que apanhar quieto?
    Bom, não achei o artigo do Arthur tão bom. Não por falar do feminismo, não gostei dos argumentos. O argumento da licença maternidade foi ridículo, mas veja, tudo o que falei é a minha opinião, assim como você deu a sua e o Arthur escreveu o artigo. Não vou tentar agredir você ou menosprezar a sua opinião. Mais uma vez, obrigada por me poupar. Espero que faço isso. Eu gosto de discutir com pessoas que sabem fazer isso de maneira civilizada. Sabe, pessoas que sabem se conter e não agridem.

    • Este comentário estava na caixa de SPAM e quase foi deletado definitivamente. Quando acontecer de um comentário não aparecer imediatamente, é necessário reportar no “Cantinho do Leitor” ou ele provavelmente será deletado como SPAM.

      Glenda, estou decepcionado contigo.

      No Twitter tu escreveste isso aqui:

      “Ice? Aposto que tem uns 53 anos, 3 filhos, corno, tem muitos vídeos pornôs no computador e é a favor da moral e dos bons costumes, kkkkkkkk!”

      E logo em seguida isso aqui:

      “O que o Ice merece?…juroooo que não pensei pau no cu. Eu juro…”

      E agora vens posar de boazinha? Dizer que o outro comentarista é um grosso? Repetir que meus argumentos são ridículos quando eu já te indiquei uma leitura para esclarecer os motivos pelos quais a licença maternidade e a licença paternidade devem ter a mesma duração e as mesmas garantias em benefício das mulheres? Aí é dose.

      Eu também gosto de discutir com pessoas que sabem fazer isso de maneira civilizada. Por algum motivo interessante, toda vez que tento fazer isso com um/uma feminista o nível baixa de modo espantoso.

  • Você não passa de um misógino. Deve ficar excitado assistindo luta livre. Mas o maldito patriarcado opressor está caindo. As mulheres vão vencer a luta contra o machismo e você não pode fazer nada contra isso. Fique aí choramingando.

    • Argumento zero, agressão pura, baixou o nível, usou a homossexualidade como ofensa, repetiu clichês, fez ameaças vagas e terminou o parágrafo como um pombo enxadrista.

      Fantástica capacidade de síntese do modo feminista de lidar com críticas. Perfeito. Muito obrigado pelo exemplo.

  • Lya

    Vamos colocar assim:

    Existem homens que adoram ser os valentõe,batem em mulher,violentam a amiga embriagada,e matam porque não sabem lidar com rejeição.
    Esses acham que compram tudo e que beleza basta para
    iludir otários,né Magda!
    Furam fila,se comportam como pitboys,subornam autoridades e se refugiam da lei sob as asas de uma centena de advogados bem renumerados.
    São pessoas que rolam por relacionamentos sem se aprofundarem em nenhum.Odeiam negros,gente pobre e gays.

    E existem aquelas mulheres que possuem um comportamento semelhante.
    Furam camisinha,tomam pílula de farinha,gastam até o último centavo deles,se casam pelo dinheiro deles,pela posição social e usam os filhos para obterem uma pensão altíssima ou para infernizar a vida dos infelizes.

    Esses homens e essas mulheres se merecem.

    O perigo que eu vejo em jogar tudo num balaio de gato,é perdermos de vista um movimento que foi e que é muito importante para uma sociedade que tem larga tradição em oprimir os mais fracos.

    Muitas conquistas vieram na esteira desse movimento.
    E os homens que nos ajudaram
    também foram ajudados por nós.

    Hoje ….existem machos que fazem ballet clássico.
    Existem machos que podem usar brinco.
    Existem machos que assumem a criação dos próprios filhos.
    Existem machos que são donos de salão de beleza.
    Existem machos que são mordomos,cozinheiros,estilistas.
    Existem machos que já não temem os próprios sentimentos.
    Descobriram que homem chora,que homem se emociona,que homem sofre tanto quanto nós,que homem precisa de suavidades.
    Já existe homem doméstico e mulher capitã de longo curso.

    O Brasil tem a primeira comandante de longo curso,casada com um homem que também é comandante,ambos felizes da vida.

    Quando eu digo que sou feminista e feminina….sou ridicularizada.

    Ridicularizada pelos machos truculentos e ridicularizada pelas feministas radicais.

    E me pergunto em que mundo queremos viver.

    Um mundo onde homens e mulheres vivam em paz ou em um mundo onde o ódio seja a única saída?

    Esta é uma pergunta para os homens que amam suas mulheres e para as mulheres que amam seus homens.

    Porque o resto não passa de um amontodo de seres infelizes fazendo outros tão infelizes quanto eles.

    Proponho um movimento dos que se amam e que também amam……um movimento de pessoas…homens ,mulheres,crianças que querem este mundo um lugar bom de se viver.

    Um movimento que respeite a liberdade e o livre arbítrio de todos.

    Nestes tempos virtuais isso é possível.

    E poderia ter um nome esdrúxulo como …o soar do trovão..ou coisa parecida.

    Um movimento que resgate os velhos homens e as velhas mulheres…que existe em cada um de nós.

  • Iceman

    kkkkkkkkkkkkkk, estão vendo o que eu digo?
    Beleza de argumentos hein champz?

    Mas respondendo ao Arthur, eu digo que a culpa é dos homens por um simples motivo: são eles que concedem regalias imerecidas às mulheres e as impedem de assumir as consequências por seus próprios atos.
    Devido ao fato de serem escravos do próprio pênis (ou escravos de vaginas), a maioria dos homens aceita qualquer vilania feminina na esperança de conseguir copular.
    Se os homens não fossem tão paspalhos e tratassem as mulheres de acordo com critérios de merecimento, elas não seriam tão folgadas.
    O problema é que por mais cretina que a mulher seja, sempre tem uma fila de paspalhos atrás dela.
    Querem ver o feminismo ruir fragorosamente?
    É só garantirem às mulheres o que elas tanto almejam, ou seja, direitos iguais de maneira efetiva, completa e irrestrita.
    Isso significa nada de carregar sacolas, pagar contas, socorrer qdo o cartão de crédito estourar, trocar pneu do carro ou ir levar/buscar em algum lugar, pq a moça não tem carro.
    É assumir metade das tarefas domésticas mas exigir que elas paguem 50% das despesas domésticas (com 50% menos despesas domésticas para pagar, vai sobrar uma grana legal).
    Nada de atendimento preferencial, concessão de gentilezas motivadas unicamente pelo gênero e cavalheirismo (afinal de contas, o cavalheirismo não é nada mais do que uma forma de machismo disfarçada, que infantiliza a mulher).
    É instituir a separação total de bens como regime obrigatório nos casamentos, de forma que, em caso de separação, a mulher não tenha direito a metade do que o homem adquiriu, ainda que ela seja uma folgada que não trabalha e fica em casa o dia inteiro.
    É revogar pensão para a mulher em caso de separação, afinal de contas, ela é capaz de trabalhar e se sustentar sozinha.
    É parar de tratar as mulheres como o sexo frágil, pq de frágil, não tem nada, elas são, isso sim, muito espertas.

  • ulisses

    Dogbert

    http://search.4shared.com/q/1/nessahan%20alita

    Recomendo a obra de NESSAHAN ALITA sobre o tema.

    Muito bom, é só baixar na ordem que aparece no site.

  • ulisses

    Livro I:Como lidar com mulheres.
    Última modificação em: 04 de outubro de 2009.
    Resumo:

    A arte de lidar com as mulheres no amor exige do homem um estado interior apropriado, que lhe permita resistir aos encantos e fascínios femininos, e um conhecimento estratégico, que permita desarticular trapaças amorosas e tentativas de indução de apaixonamento.

    Livro II:O Profano feminino.
    Última modificação em: 04 de outubro de 2009.
    Resumo:

    As mulheres possuem um lado sagrado e um lado profano. O lado profano consiste na aplicação da inteligência emocional para fins egoístas no campo amoroso, visando receber dos homens o máximo de amor e retribuir o mínimo necessário e possível.

    Livro III:A Guerra da paixão.
    Última modificação em: 04 de outubro de 2009.
    Resumo:

    Muitas mulheres vêem o amor como uma guerra ou jogo que não suportam perder e tentam vencer a todo custo. Na guerra da paixão, vencerá aquele que conseguir induzir o parceiro ao apaixonamento e perderá aquele que se deixar apaixonar. O parceiro apaixonante será o vitorioso. O parceiro apaixonado será o derrotado. As artimanhas indutoras do apaixonamento podem ser desarticuladas mediante um estado interior adequado.

    Livro IV: Reflexões Masculinas.
    Última modificação em: 10 de outubro de 2009
    Resumo: Não há resumo no livro.

    Livros complementares

    O Magnetismo nas Relações Sociais.
    Última modificação em: 28 de janeiro de 2009

    Textos complementares I.
    Última modificação em: 10 de outubro de 2009

    Textos complementares II.
    Última modificação em: 8 de novembro de 2009

    Lembrando
    que não é livro de auto-ajuda, é uma obra profundamente elaborada e bem fundamentada com uma grande pesquisa filosofica, psico-analitica e espiritual.

    • Engraçado isso de “na guerra da paixão, vencerá aquele que conseguir induzir o parceiro ao apaixonamento e perderá aquele que se deixar apaixonar”, eu pelo menos adoro perder essa guerra. :)

      E fica melhor ainda quando os dois “perdem” juntos. :)

  • Daniel Pires

    Acho que tem uma postagem minha no spam. Mas de qualquer maneira já disse o que tinha que ser dito de outra maneira.

    Isso aí que o Ice falou é verdade pura, mas se você ousar dizê-lo será imediatamente atacado por todos no recinto, correndo o risco de ficar mal-visto. O que ensinam pra mulher é o seguinte: Se você chorar e espernear o suficiente, vai aparecer alguém e resolver seu problema pra você. Não importa se estiver errada.

    Que qualquer um experimente discutir com uma mulher que esteja errada pra ver o que acontece.

    Desde que o casal escolha por livre e espontânea vontade, não vejo mal algum no modelo tradicional de família, onde o homem é provedor e a mulher cuida da casa e dos filhos. Mas o negócio do feminismo não é oferecer outra opção além desta, é FORÇAR a mulher a assim escolher. “Você é livre para escolher, desde que escolha trabalhar fora”.

    http://www.crosswalk.com/1380552/

    Esse texto é uma crítica a uma feminista afirma que o papel de mãe caseira é ruim para a mulher. Como, se ela tiver opção pra isso? Algumas feministas propõem multas para as mulheres que cursarem faculdades e decidirem abrir mão da carreira em prol da família. Onde está a liberdade nisso? “”I am saying an educated, competent adult’s place is in the office” – O lugar de um adulto competente é onde ele bem entender e achar que deve estar.

    Não há nada de errado com papéis sociais, desde que não sejam forçados. Não há nada de errado em uma mulher querer ser tratada como uma dama, mas pelo amor da santa coerência, que aja como uma! Daí terá todo o direito de exigir pra si um homem cavalheiro.

    Lembrando que o foco aqui é o feminismo e vícios femininos. Por isso meu post só está avaliando o lado obscuro feminino, e não o masculino. Se houver nova postagem pertinente a isso eu não tenho problema nenhum em reconhecer o que o homem faz ou deixa de fazer de errado.

    E Arthur, queria sua opinião sobre isso: Um grupo de humor fez uma sátira sobre mulheres que acham normal e gostam de apanhar dos maridos, acendeu uma discussão. Avalie.

    http://www.youtube.com/watch?v=LN0DsOEP3BQ&feature=player_embedded

    • Sobre o primeiro link: eu sou um adulto educado e competente que está deixando o escritório para se dedicar à família. Creio que ações falam mais do que palavras para descrever minha opinião sobre esta afirmação dela.

      Sobre o segundo link: “Server Error – The server encountered a temporary error and could not complete your request. – Please try again in 30 seconds.”

  • Glenda Galiza

    Quem disse que sou boazinha?! Glenda é bad, muito bad…eu ia me conter,sabe, mas eu li novamente o comentário dele e tentei retribuir a gentileza. Vejamos o que posso fazer com a sua decepcão…hum…acho que nada…

  • Glenda Galiza

    Comentários machistas nada, hein? Regalias…mas me rendeu boas risadas. Obrigada. =*

  • Lya

    Não custa lembrar que tem muita gente que acha que mulher que não trabalha fora é uma folgada,rs.

    Esquecem que dá muito trabalho cuidar de uma casa.
    Com crianças e idosos então,o trabalho dobra.

    Se deixarmos nossas casas aos cuidados de nossos maridos,por um mísero mês,para que façam o que fazemos……depois de um mês encontaremos o caos….na maioria dos casos.

    Eu não trabalharia como doméstica por um salário mínimo,nem morta,é trabalho escravo.

    Quanto custa cada serviço doméstico?

    Muito!
    É por isso que nos E.U.A e
    Europa não existem trabalhadores domésticos como aqui.

    Lavar,passar,consertar=
    Secretária=
    Enfermeira =
    Faxineira=
    Economista=
    Babá=
    Cozinheira=
    Decoradora=
    Motorista=
    Psicológa=
    Advogada=
    Babá de cachorro=
    Promoter=
    Educadora=
    Relações Públicas=
    Clipping=
    Agente de viagem=
    Acompanhante=
    Massagista=
    Arrumadeira=
    Conselheira de moda=
    Manicure,pedicure,cabeleireira=
    Faz tudo=
    Quanto custa uma dona de casa?

    Sem esquecer que a mulher é tudo isso 24 horas,sem férias,e muitas ainda suportam jornada dupla de trabalho.

    E não estou falando de mulheres ricas.

    Coloquem aí 9 meses de gravidez e um bebezinho de colo……não é fácil.

    A vida de milhares de mulheres é tão dura quanto a vida de seus maridos.

    É injusto afirmar que dona de casa não faz nada.

    A minha é fácil,não tenho filhos e trabalho em casa….e meu marido fica fora o dia inteiro.Eu mesma cuido da minha casa,sempre fiz isso.

    Sou raridade nesta selva de concreto e aço,rs.

    • Daniel Pires

      E quem diz que DDC não faz nada? Ninguém afirma isso, todo mundo reconhece que donas-de-casa são batalhadoras.

      E se por um lado ela rala em casa, o marido rala também, principalmente nas camadas pobres, porque na hora dos consertos ele é quem tem que fazer.

      Não existe sexo mais ou menos sofrido que o outro, ambos sofrem da mesma maneira. Viver não é fácil.

      @Glenda “Yo soy rbd…”

    • E lá vem o velho papo da dupla jornada…

      Lya, cada mulher que resolva isso com o companheiro, o Estado não tem que criar leis para gerenciar a incapacidade de diálogo dos casais, nem para compensar essa incapacidade.

  • Glenda Galiza

    Talvez não existe um sexo mais sofrido que o outro, assim como não existe o racismo, nunca houve escravidão, não existe diferença social entre negros e brancos, afinal, o mundo é igualitário.

    • O fato é que não existe um único direito que os brancos tenham e que os negros não tenham, assim como não existe um único direito que os homens tenham que as mulheres não tenham.

      O contrário não é verdadeiro em nenhum dos dois casos, o que faz do homem branco um cidadão de segunda classe perante negros e mulheres.

      E a gente ainda tem que aturar a choradeira “politicamente correta” que somos os opressores…

  • Glenda Galiza

    Opa, exista..

  • Daniel Pires

    Tática velha de comparar mulheres com negros pra usar a tragédia alheia como boost pro vitimismo. Mas não vou iniciar flame wars no post do Arthur. Passar bem.

  • X

    “As mudanças estão acontecendo…..mesmo que lentas.” (Lya)
    Concordo o modelo de sociedade ocidental atual esta enfraquecendo, abrindo caminho para outras sociedades que não perderam ainda sua base (como as islâmicas). Creio que não preciso explicar qual o destino de feministas dentro dessas sociedades. Se não souber, tenho uns vídeos bem didáticos aqui.

    “Toda mulher deve muito àquelas que queimaram sutiãs como protesto à repressão.” (Glenda Galiza)
    Não mais do que devem aos machistas repressores que enfrentaram os perigos naturais, ergueram civilizações e morreram em trincheiras para que as mulheres pudessem tricotar e hoje adquirirem o direito de se sentarem em um confortável escritório com ar condicionado ouvindo cantada do chefe. Hipocrisia é dar mais créditos a feministas e não aos homens que lhes concederam muito mais direitos.

    “Você não passa de um misógino. Deve ficar excitado assistindo luta livre. Mas o maldito patriarcado opressor está caindo. As mulheres vão vencer a luta contra o machismo e você não pode fazer nada contra isso. Fique aí choramingando.” (Feminista de Verdade)

    O patriarcado esta caindo em nossa sociedade, assim como a propria sociedade o esta, abrindo caminho, para culturas não tão permissivas como a nossa. Creio que deve ser muito complicado para vossa cabecinha compreender o que acontecerá se outras culturas dominarem por este lado de cá (é, o islã mesmo). Agora vejam, as bem informadas falam como se isso fosse uma realidade distante, porem estes já contabilizam 2,2 bilhões de cabeças (religião que mais cresce no mundo). E o que é a mulher no islã? Talvez isso lhe esclareça melhor caso ainda não saiba http://solascriptura-tt.org/Seitas/AMulherNoIslamismo-Almahdy.htm . Ai a velha conversa: mas o islã nunca prevalecerá! Será? Bom, la pelas bandas da Europa eles já começam a mostrar sua força, nesse ritmo logo será convertida. Sendo eles a maioria automaticamente a sociedade terá que viver sob seus costumes, lembre-se vivemos em uma democracia, um voto por cabeça. A alternativa reacionária a dominação seria um conflito armado. Nesse caso posso esperar a ajuda da senhora nas trincheiras?

    “Talvez não existe um sexo mais sofrido que o outro, assim como não existe o racismo, nunca houve escravidão, não existe diferença social entre negros e brancos, afinal, o mundo é igualitário.
    O sexo masculino é o sexo escravo de fato, pelo menos historicamente. Discorda?

  • ulisses

    Lya

    Minha mãe é dona de casa tradiconal, tá com 60 anos, a mesma idade a minha tia, irmã dela advogada. minha mãe tá com hernia de disco e problemas nos braços devido ao trabalho domestico e olhe que senpre teve empregada para ajudar ela e minha tia goza de saúde perfeita.

  • Lya

    Arthur….quando leio que em 2010….ainda existem homens que SONHAM….com a volta do domínio da barbárie contra as mulhres,como é o caso explícito do Islã.

    Quando me posiciono contra esse tipo de mentalidade,como a boa feminista que acho que sou,
    me mandas mudar os ventos,rs.

    NÃO MESMO!

    ESSE PENSAMENTO TEM QUE SER COMBATIDO COM TODAS AS ARMAS…HOJE…AMANHÃ….SEMPRE!

    A maioria dos homens árabes ODEIAM suas mulheres…a ponto de negar-lhes o direito supremo da fêmea…..o do orgasmo.

    Como,em sã consciência, um macho mutila sua fêmea para depois usa-la como uma coisa?

    Meus HOMENS…..jamais fariam isso.

    Tenho orgulho desses homens que existiram ao meu redor e que me ajudaram a ver a profunda diferença que existe entre uns e outros.

    Mutilar uma criança para transforma-la numa mulher frígida…..aos pedaços….um macho desses merece transar com bonecas de plástico…te juro que ele não iria notar a diferença.

    Não é á toa, que TAHIRIH a primeira mulher que se revoltou contra esse tipo de barbárie e de outras tantas….foi condenada a morte…..em 1852!

    Morreu Tahirih…..fisicamente…..para se transformar no maior exemplo de mulher para o mundo inteiro.

    Os Baháis….a reverenciam e todas as mulheres que querem uma sociedade justa,digna e fraterna também o fazem.

    Foi corajosa,digna,bonita,mãe,amiga,um ser pra lá de espiritual…e uma grande guerreira contra toda sorte de injustiças.

    Eu quero ser um pedacinho de Tahirih….e quero que todas as mulheres do mundo possam ser como ela…um tantinho que seja.

    E quero do meu lado aqueles homens que a ajudaram,mesmo não podendo impedir sua execução.

    Quero me orgulhar de meus homens…..mas para isso preciso ama-los.
    E não podemos amar quem não conquista nosso respeito e nossa admiração.

    A volta da barbárie…..ou pra ser mais exata….a manutenção dela…..é impossível para aqueles homens que amam suas mulheres.

    Eu pensei ter deixado claro a diferença que há entre os homens que amam suas mulheres e aqueles que as exploram,mutilam,odeiam e matam.

    Pena! São esses homens que mais precisam ser amados….e justamente pelas mulheres que eles odeiam.

    Longe do amor …não há salvação para o mundo,para a sociedade ou para cada um de nós.

    Nascemos para amar, vivemos pelo amor e morremos por ele.

    Quem não ama verdadeiramente…não tem sonhos,não tem esperanças,não tem desejo,não tem paixão,nem tesão por nada…..porque morreu em vida.

    • Mas, Lya, esse é justamente um dos maiores males trazidos pelo atual feminismo: a guerra dos sexos.

      Ao invés de exigir direitos iguais – o que já temos e que está se perdendo devido à pressão das feministas – o feminismo busca privilégios legais para as mulheres.

      Privilégios estes, aliás, que só são realmente usufruídos pelas mulheres de classe média para cima, pois o povão não sabe exigir seus direitos, com raras exceções.

      Se o Brasil é injusto com as mulheres (e com os índios, e com os negros, e com os deficientes, e com os pobres), não é por causa da legislação, é por causa da má aplicação da lei.

      Precisamos mudar O JUDICIÁRIO, não as leis.

      Não é criando desigualdades que vamos promover a igualdade.

  • Lya

    Lutamos muito…..para termos os mesmos direitos legais que os homens sempre tiveram.

    Ficar em casa ou trabalhar fora…é um direito.

    De homens e mulheres.

    O que não ficou claro:

    Existem dois tipos de homens,personalidades.

    A sociedade sempre esteve dividida entre dois grupos distintos.

    O grupo dos que se submetem e o grupo dos que lutam.

    O grupo dos que enxergam homens e mulheres como complemento perfeito um do outro.
    E o grupo dos que querem manter homens e mulheres sob seu domínio(especialmente os fracos,pobres,mulheres,indios,negros,gays,crianças).

    Um grupo quer a liberdade para todos,direitos iguais para todos,dignidade para todos,elevação dos padrões,transformações que beneficiem a todos,consciência planetátia.

    O outro grupo promove a submissão,a morte,o que degrada, a manutenção do que já não serve mais,o consumismo,a devastação planetária,o poder do tempo e do dinheiro,usam tudo que estiver ao seu alcance…para o mal.

    Esses grupos sempre existiram sobre a terra.
    São homens e mulheres que possuem um temperamento destrutivo.
    Fomentam a crueldade,seja com quem for.
    Para eles não existe outra lei senão a do mais forte,a lei do poder de uns sobre outros.
    Só entendem a linguagem do que lhes interessa.
    Lutam com tudo que possuem
    para manter uma sociedade alienada,subjugada,feia,miserável.

    Eu não inventei.
    Dê uma olhada nos livros de história,nos livros de pscologia,nos livros forenses.
    Lá estarão eles….perfeitamente distinguiveis.

    Olhe bem para o conteúdo dos discursos….lá estarão eles.
    Por vezes camuflados,mas sempre com uma pontinha de fora.

    A maior prova do que falo é a história dos Direitos Humanos.

    Eu quero e luto por uma sociedade onde homens e mulheres possam andar lado a lado.

    E se alguém quiser aprender como fazer isso…é bem-vindo!

  • X

    Eta povo dramático. Eu expus um problema REAL ao estilo de vida que esta sendo assumido por esta cultura, espero que me proponham uma solução REAL, não essa ladainha água com açúcar para combater a doença. Falam como se estivesse colocando isso como um torcedor, e não como uma analista dos fatos.

    O que proponho é muito simples. Apenas me apresentem uma solução para o problema:
    1. O modelo sócio-economico em culturas feministas tem enfraquecido ao longo dos anos com a dissolução de sua base (família tradicional) sem que tenha sido instaurada ou sequer proposta uma nova base, pelo contrario, a instituição tem sido minada e desestimulada devido a caracteristicas e idéias peculiares defendidas por integrantes do movimento. Manutenção dos padrões de vida tem sido mantido através do endividamento dos estados.
    2. Culturas que mantiveram sua base forte vem experimentando um crescimento em numero superando atualmente culturas liberais como a nossa, e tendem a crescer.
    3. Proponha uma maneira de conter o avanço destas culturas que, ao contrario da nossa, não apóiam esse nhemnhemnhem de direitos iguais, responsabilidades diferentes. Eu fiz duas proposições:

    a) volta ao modelo antigo
    b) conflito armado

    Agora ficou facil hein. Dessa vez, sejam mais objetivos e menos dramáticos por favor.
    Do jeito que anda a carruagem não vejo como um problema a dominação de entidades endividadas, de valores morais fracos com população reduzida e transviada.
    Se tudo que tem a fazer é pregar esse besteirol de paz e amor politicamente correto pro fio da navalha de um muslim pra ver se funciona, então que queime novamente a Babilônia.

    • Não é assim que funciona. Não há somente estas alternativas.

      Queres a solução ideal? Está lá no artigo 5° inciso I da Constituição Federal de 1988.

      O problema é que, apesar do que está escrito na CF, chega o STF e diz que a Lei Maria da Penha é constitucional apesar de definir claramente liberdades, garantias, direitos e deveres distintos para os dois sexos. E joga para os juízes de primeira instância – criando uma imensa insegurança jurídica para os homens – o dever de “não aplicar a inconstitucionalidade” da LMP, ao invés de decretá-la inconstitucional e obrigar o Congresso Nacional a reescrevê-la de modo constitucional. É dose.

  • Iceman

    Isso está virando guerra dos sexos… a idéia do artigo é criticar o feminismo, não as mulheres. (Arthur)

    Normal meu amigo, é isso que sempre acontece quando se critica o feminismo.
    Existe um obstáculo que impede os(as) feministas de enxergarem uma crítica como uma simples crítica, enxergam sempre como uma ofensa, um ataque direto e pessoal.
    Tanto isso é verdade que, em resposta ao comentário geral que eu fiz, a mulher veio dizer que ELA sabe trocar pneu (como se alguém estivesse falando dela, como se ELA fosse tão importante assim).
    Ou seja, querem invocar a exceção como se fosse regra geral.
    Além disso, se vitimizam até não mais poder e a coisa (quase) sempre se torna uma guerra dos sexos.
    Por não terem argumentos, passam às agressões e ofensas, como a pessoa que me rotulou por discordar de mim.
    Além de se aterem a textos isolados e fora de contexto, como por exemplo, a pessoa destacar a palavra privilégio para dizer que foi um comentário machista.
    Ora, sempre que alguém não merece o que recebe, ela ganhou um privilégio, é assim que funciona, mas eu entendo que deve ser difícil entender…

    • “Existe um obstáculo que impede os(as) feministas de enxergarem uma crítica como uma simples crítica, enxergam sempre como uma ofensa, um ataque direto e pessoal.”

      Acho que tem mais uma sutileza aí: quando as feministas ouvem uma crítica, elas quase sempre interpretam essa crítica como se fosse uma crítica às mulheres e não a uma ideologia que se expressa através de um movimento social.

      Talvez por isso seja tão rápida a associação (totalmente errada) que elas fazem entre criticar o feminismo e misoginia.

      Além de muita paranóia, claro.

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