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Tolerância Zero e a Teoria das Janelas Quebradas

Revoltados contra os abusos e crimes cruéis cometidos contra as pessoas ou contra o patrimônio, volta e meia alguns propõem que seja adotada uma Política de Tolerância Zero Contra o Crime. Prestando atenção ao discurso subjacente entre a maioria das manifestações deste tipo, porém, percebe-se uma grande incompreensão média acerca do que seja tal política, e em muitos casos identifica-se apenas uma vaga intenção de combater a violência com ainda maior violência, chegando ao ponto de defenderem ações truculentas francamente ilegais e mesmo criminosas por parte da população e dos agentes do Estado, revelando um espírito tão ou mais belicoso, anti-social e pernicioso que o daqueles a quem supostamente desejam combater. [Ler texto completo]

Complexo de inferioridade tupiniquim

A pretensão de expressar sofisticação através do abuso de expressões em língua estrangeira é uma breguice recorrente no mercado de propaganda brasileiro. Até que é compreensível que isso seduza meia dúzia de broncos deslumbrados, que acham muito chique um pleigráundi ou um sivuplé, mas fico indeciso entre me esborrachar de rir e chorar num cantinho quando vejo empresas conceituadas apelarem para esse expediente rasteiro tentando vender suas traquitanas. [Ler texto completo]

Biologia evolutiva dos sexos

Surgiu um papo interessante lá no blog do Dr. Plausível que começou com sobrenomes e acabou em sexo. Calma, calma, o assunto não é impróprio para menores. Trata-se de uma questão interessante de biologia evolutiva que vale a pena a gente dar uma analisada: ela explica muito do comportamento real dos indivíduos ainda hoje. [Ler texto completo]

As quatro terríveis verdades sobre a relação entre as drogas ilícitas e a ciência (parte 4 de 4)

A quarta terrível verdade sobre a relação entre as drogas ilícitas e a ciência é que é que tanto a idolatria do conhecimento científico quanto a alegação de que “não se tem dados confiáveis para legalizar” são falácias ideológicas travestidas de respeitabilidade científica ou de cautela com o objetivo de manter indefinidamente a falida política proibicionista. [Ler texto completo]

As mulheres não sabem se comunicar com os homens (exemplos)

No artigo original com o mesmo título, que estava mais para brincadeira e não pretendia ter continuação, a leitora Regina fez uma pergunta séria sobre a comunicação entre homens e mulheres. Eu comecei a responder e percebi que valia a pena compor um novo artigo para debater o tema a sério. [Ler texto completo]

Proponho uma alteração no sistema eleitoral

Do jeito que está organizado nosso sistema de votação, a legitimidade de qualquer eleição é profundamente questionável. Isso ocorre porque nosso sistema eleitoral parte da falsa premissa de que o político mais votado representa legitimamente a vontade do povo. Nada mais falso. [Ler texto completo]

Por que não votarei em Dilma Roussef

Ou melhor: por que não votarei em Dillma Roussef, afilhada política de Lulla, ontem adversário e hoje aliado de Fernando Collor de Mello. [Ler texto completo]

As quatro terríveis verdades sobre a relação entre as drogas ilícitas e a ciência (parte 3 de 4)

A terceira terrível verdade sobre a relação entre as drogas ilícitas e a ciência é que todos os cientistas que demonstram que estas drogas não possuem efeitos negativos tão terríveis quanto a ideologia proibicionista procura fazer crer, ou que possuem efeitos positivos em determinadas circunstâncias, sofrem ataques pessoais que visam sua desmoralização tanto na comunidade científica quanto na grande mídia, que distorce suas informações, não publica seus esclarecimentos e oferece amplo espaço para seus detratores. [Ler texto completo]

Novas figurinhas

Alô, pessoal! O que vocês acharam das novas figuras rotativas no cabeçalho do Pensar Não Dói? Estas são mais coerentes com o nome do blog, né? Ficaram com boa aparência? Que impressão passam? Melhorou, piorou ou ficou a mesma coisa? Palpites, por favor. [Ler texto completo]

O Programa Bolsa-Família e a farsa dos indicadores econômicos

O Brasil vai de mal a pior, mas a população está iludida do contrário. O “progresso” percebido na redução da miséria é uma farsa: não foi feita qualquer distribuição real de renda, foi feito apenas um mascaramento temporário da desigualdade econômica. Devido a fatores quase sempre ausentes nas análises tanto dos “especialistas” quanto dos entusiastas, o Programa Bolsa-Família trará muito mais prejuízos que benefícios se continuar com seu atual formato.
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