Recebi um iradíssimo puxão de orelhas numa mensagem privada por “estimular as pessoas a beber e dirigir” no artigo de ontem. Ai, ai… NÃO, gente, eu NÃO disse que era pra beber e dirigir. O assunto do artigo de ontem não era o álcool, era “nivelar a cidadania por baixo”. Eu usei a política de alcoolemia zero apenas como exemplo para ilustrar o princípio de que a lei não deve tratar todo cidadão como retardado em nome de uma suposta praticidade. Perdoem-me os leitores que entenderam o artigo de ontem, mas hoje eu preciso dizer explicitamente o óbvio: eu recomendo expressamente que se beber, não dirija. Agora vamos ler uma historinha, porque postagem de sexta-feira tem que ser leve.



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