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A Tragédia de Santa Maria pelo ângulo que ninguém comenta

A tragédia em Santa Maria me faz sentir uma mistura de raiva e desânimo. Raiva pela hipocrisia generalizada, desânimo pelo pacto de silêncio que nestes momentos se exige “em respeito às vítimas”, como se observar as verdadeiras dinâmicas políticas, sociais e econômicas por trás destes eventos fosse o problema e não a solução. Mas há um outro ângulo de visão por trás da fachada que cada grupo de interesse apresenta em público nestes momentos.  [Ler texto completo]

Feliz Natal

Em anos anteriores eu postei uns artigos amargos sobre o significado do Natal e o contraste com a prática das pessoas nesta e em outras épocas. Este ano eu quero apenas desejar ao leitor do Pensar Não Dói que tenha boas festas, muita saúde e paz. E que Deus, se existir, o abençoe. :-) [Ler texto completo]

Como relaxar nas férias

Tem gente que não consegue ficar uma semana longe da musculação, ou de alguma atividade física vigorosa. Eu não consigo ficar muito tempo longe da neuronação – preciso de algum estímulo intelectual para manter os neurônios em forma. E não precisa ser nada realmente complexo, basta que seja uma boa alternativa a vegetar em frente à TV.  [Ler texto completo]

A nova moda das prostitutas virgens

Engraçados os eufemismos usados para descrever a prostituição e fazer a notícia parecer respeitável. Vamos chamar as coisas pelo nome certo? “Leiloar a virgindade” significa “prostituir-se”. Ponto.  [Ler texto completo]

Por que as pessoas preferem sofrer a adotar soluções razoáveis?

Por favor, ajudem-me a entender isso, ou eu vou enlouquecer de tanto tentar sem sucesso: o que faz com que as pessoas insistam em comportamentos irracionais, querendo (whishful thinking) que o mundo inteiro funcione de modo a satisfazer seus desejos sem que elas tenham que fazer o que é necessário fazer para resolver seus problemas?  [Ler texto completo]

O “Monstro da Tristeza” também é uma vítima

Pouca gente está entendendo o que eu quero dizer quando questiono “onde estamos errando” em artigos como “Mãe tortura e droga a filha de um ano e cinco meses” e “Chegamos a conhecer as pessoas?“. Vejamos se agora as coisas ficam mais claras.  [Ler texto completo]

O Paradoxo Tostines e a reação social à criminalidade

Os piores crimes são os mais chocantes ou os crimes mais chocantes são os piores? A questão não é trivial como saber se Tostines vende mais porque é fresquinho ou se é fresquinho porque vende mais. Nos dois paradoxos, se estiver correta a primeira alternativa, estaremos no reinado da ética. E, se estiver correta a segunda alternativa, estaremos no reinado da estética. São dois mundos muito diferentes.  [Ler texto completo]

Mãe tortura e droga a filha de um ano e cinco meses. ONDE ESTAMOS ERRANDO?

Nunca a espécie humana produziu tanta riqueza, tanta ciência, tanta tecnologia e tanta filosofia como hoje em dia. Nunca vivemos um período em que a educação, a medicina, a política, a economia e as comunicações estivessem tão avançadas. Já levamos seres humanos à lua e os trouxemos de volta vivos e com boa saúde há mais de quarenta anos. E no entanto não se passa um dia sem que vejamos notícias como “mãe tortura a própria filha de 1 ano e 5 meses”.  [Ler texto completo]

A culpa é da minissaia? Em parte é.

O policial canadense Michael Sanguinetti fez a seguinte afirmação em uma palestra: “Me disseram que eu não devia dizer isso, mas as mulheres não deviam se vestir como vadias se não querem ser estupradas”. O resultado foi que “as alunas da universidade se revoltaram e sairam às ruas, ‘vestidas de vadias’, para afirmar que a culpada pelo estupro não é a vítima e nem a roupa que ela usa, mas sim, a conduta do estuprador.” Mas pouca gente percebe que por um certo ângulo o policial tinha razão. 

Atenção: este é um artigo sobre
GERENCIAMENTO DE RISCO.
Não se prenda a um exemplo só.

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A solução para o Brasil é proibir o futebol

Navegando pelo Orkut e pela blogosfera eu sempre me incomodei com o fato de que artigos ou tópicos sobre determinados assuntos banais rendem discussões intermináveis enquanto propostas de debate sobre assuntos importantíssimos afundam inapelavelmente. Acho que entendi o motivo: são os “tópicos pebolim”. Explico. 

Aviso Anti-Aporrinhação: xô mau humor. [Ler texto completo]