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- Doutora, eu quero amputar meu braço esquerdo!

De quem é a sua vida? De quem é a sua saúde? São suas ou do seu médico? Quem tem o direito de decidir se você vai ou não vai ingerir uma determinada substância? Quem tem o direito de decidir se você vai ou não vai realizar uma determinada cirurgia plástica ou modificadora do corpo? Quem tem o direito de decidir o que é melhor para você?

Essa é uma história de ficção. [Ler texto completo]

Coerência

Eu não luto pelos Direitos Humanos porque eu acho que os seres humanos são bons. Eu luto pelos Direitos Humanos porque os seres humanos costumam ser tão ruins que violam constantemente a dignidade uns dos outros e não possuem um centésimo da empatia pelo sofrimento alheio que em minha juventude ingênua eu esperava que tivessem.  [Ler texto completo]

Qual a linha correta na defesa dos Direitos Humanos?

Desde que demonstrei que os movimentos sociais feminista, negro e gay não defendem Direitos Humanos, eu virei persona non grata nos fóruns virtuais sobre Direitos Humanos, passando a ser acusado de “reacionário”, “burguês”, “atrasado” e quejandos. Será mesmo? Que tal avaliar quem realmente adere à letra e ao espírito da DUDH e quem viola ambos em nome de interesses escusos e totalmente contrários à fundamentação da causa dos Direitos Humanos?  [Ler texto completo]

Não existe “bem comum”

A função do Estado é “regular as relações sociais e econômicas de tal modo a promover harmonia, justiça e liberdade para que cada cidadão possa buscar sua felicidade sem prejudicar a felicidade de terceiros”. Ou ao menos deveria ser assim. Toda vez que o Estado interfere na vida privada para defender um suposto “bem comum” ele está extrapolando suas funções indevidamente, porque não existe um “bem comum” e sim o bem do outro, que pode ser impactado de modo direto ou difuso, mas que é sempre o bem de indivíduos, absolutamente palpável, e não um “bem comum” teórico. O ser humano não é uma entidade coletiva. [Ler texto completo]

“Lei da palmada”: o Estado capitalista deve interferir na vida privada?

O texto abaixo é uma cópia na íntegra do editorial online de hoje do – pasmem! – Partido da Causa Operária. Juro que eu não esperava que um texto tão lúcido e razoável pudesse ser produzido pelo PCO. Embora eu discorde da adjetivação “capitalista”, porque os argumentos do texto devem valer para todo e qualquer tipo de Estado, eu o mantive ipsis literis em respeito ao autor do texto original. Como no site de origem o texto não está aberto a comentários, achei importante reproduzi-lo para que possamos debatê-lo. [Ler texto completo]

A causa dos Direitos Humanos corre grave perigo

Bastou eu me pronunciar pela defesa dos Direitos Humanos “universais, inerentes, inalienáveis e iguais para todos os membros da família humana” para multiplicarem-se contra mim na internet acusações de machismo, racismo, intolerância religiosa e outras barbaridades que nem merecem menção. Esse tipo de ataque só reforça minhas convicções, mas revela que um grave perigo ameaça a causa dos Direitos Humanos. [Ler texto completo]

A SAFERNET e a defesa dos Direitos Humanos na internet

Você pode colaborar para a defesa dos Direitos Humanos na internet de modo anônimo, seguro, rápido e simples. Tudo que precisa fazer é copiar o link do site em que ocorre uma violação de Direitos Humanos e colar este link no formulário adequado da página da SAFERNET, de preferência acompanhado  de uma pequena descrição do que está denunciando. A SAFERNET analisará sua denúncia e – se ela for válida – a encaminhará para a Polícia Federal ou para o Ministério Público Federal. [Ler texto completo]

Como defender Direitos Humanos sem sectarismo

Publiquei o artigo “Os movimentos sociais feminista, negro e gay não defendem Direitos Humanos” na comunidade de Direitos Humanos. Alguém perguntou, então, como eu acho que se deve defender os Direitos Humanos. Eis minha resposta: [Ler texto completo]

Os movimentos sociais feminista, negro e gay não defendem Direitos Humanos

Eu sou um convicto defensor dos Direitos Humanos há mais de 25 anos. A declaração de princípios contida na introdução da Declaração Universal dos Direitos Humanos e seus artigos I e XXX são o norte de minha visão e de minhas ações políticas e sociais. Portanto, é com pesar e consternação que verifico a corrupção dos ideais e a perversão dos métodos dos movimentos feminista, negro e gay e anuncio meu total rompimento com estes movimentos devido ao caráter discriminatório e autoritário de suas reivindicações e de suas atuações neste início de século XXI. [Ler texto completo]

“Cadê os Direitos Humanos?!”

Volta e meia alguém aparece na comunidade de Direitos Humanos postando uma notícia escabrosa e perguntando em seguida: “Cadê os Direitos Humanos?!” Pois fiquem sabendo: os Direitos Humanos estão onde alguém faz alguma coisa por eles ao invés de encher o saco reclamando que os outros não fazem. [Ler texto completo]