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Quando pensamos em “mudanças no mundo” em geral pensamos em mudanças rápidas no estilo de vida devido à evolução tecnológica, como a que os telefones celulares e a internet trouxeram. Mas estão acontecendo mudanças muito mais importantes devido a fatores que estão sendo criminosamente negligenciados – como o crescimento da população humana. E isso vai mudar a sua vida, queira você ou não. Pense comigo. [Ler texto completo]
O ano de 2011 foi o pior de minha vida adulta e não deixará saudade. Nunca passei tanta dificuldade financeira, nunca me senti tão sozinho, nunca me estressei tanto, nunca tive tantos problemas de saúde, nunca senti tanta dor. Decidi começar 2012 com uma nova postura, mais positiva, mais otimista, mais proativa, mais empreendedora. Porém, como hoje é o último dia de 2011, vou aproveitar para postar o artigo mais pessimista e catastrofista da história do blog. [Ler texto completo]
Meus leitores sabem que eu sou biólogo, mestre em ecologia e ecologista de carteirinha desde criança. E sabem que o último domingo foi o “Dia Internacional do Meio Ambiente”. Pois bem, eu não li nada a respeito, não ouvi nenhum programa de rádio, não assisti nenhum programa de TV, não apaguei as luzes por uma hora, não fui a nenhuma manifestação nem fiz porcaria nenhuma a respeito do “assunto do dia”. Por quê? Leia o artigo para saber, oras. [Ler texto completo]
Agenda Para Ontem Se Quisermos Ter Um Amanhã
Arthur Golgo Lucas
1) Fim do crescimento populacional para ontem.
2) Fim do consumo de combustíveis fósseis para ontem.
3) Fim do desmatamento e início da recuperação florestal para ontem.
4) Fim da superexploração e poluição dos oceanos para ontem.
5) Fim da violação dos Direitos Humanos para ontem.
No Dia Mundial do Meio Ambiente, republico minha Agenda Para Ontem com a intenção de alertar os ecologistas e ambientalistas sobre a imensa e urgente necessidade do Movimento Ecológico de abandonar a anacrônica e obsoleta agenda ambientalista dos anos setenta, baseada em trabalho de formiguinha e conscientização para a mudança de atitudes individuais, e assumir uma nova agenda ecodesenvolvimentista, baseada em alterações estruturais dos sistemas político e econômico. [Ler texto completo]
Se o seu filho pequeno se soltar de sua mão e correr para o meio da rua, você vai dizer docemente “meu querido e amado filhinho, por favor volte para a segurança da calçada, porque sobre a pista de rolamento existe uma grande probabilidade de um veículo automotor inadvertidamente colidir contigo e provocar danos de relativa gravidade a fatais”? Ou você vai gritar “Fulano, olha o carro! Já pra cá!” a plenos pulmões? Se você entende que a suposta ponderação da primeira hipótese é perniciosa e que a segunda hipótese não é histérica e sim realista, então já pegou o espírito da coisa. [Ler texto completo]
Quando a água salgada bater na bunda do Cristo Redentor, não reclamem. Em junho de 2009, no artigo “Aquecimento global: alarmismo ou perigo real?“, eu alertei que a na melhor das hipóteses temos oito anos para mudar toda a economia mundial sob pena de causar uma desestabilização climática de tamanha intensidade que irá matar bilhões de pessoas, podendo chegar a extinguir a espécie humana. Em julho de 2009, no artigo “Somente os ricos e os paranóicos sobreviverão“, eu registrei o risco de o complexo militar-industrial das nações mais poderosas promover um “genocídio terapêutico” quando perceber que, quando o clima planetário se desestabilizar, eliminar 90% da população humana em poucos meses pode dar a eles uma chance de sobrevivência. Em agosto de 2009, no artigo “Ecologia política de resultados não se faz com ambientalismo amador“, eu descrevi qual o redirecionamento necessário para o Movimento Ecológico parar de se iludir com campanhas de conscientização e assumir uma orientação realista, capaz de produzir resultados concretos. Em setembro de 2009, no artigo “As conseqüências do pré-sal“, eu expliquei que o aproveitamento deste “recurso” é suicida, disse para deixarmos o petróleo lá onde estava e descrevi a matriz energética que precisamos construir. Em outubro de 2009, no artigo “Você acha mesmo que faz a diferença?“, eu defini a “Agenda Para Ontem”, necessária para salvar o planeta de um colapso climático e voltei a conclamar o Movimento Ecológico a agir de modo realista. Agora eu mostro como as informações cruciais sobre meio ambiente e clima são distorcidas pela a mídia e como quem não sabe ler as entrelinhas – 99% da população – é induzido a erro. [Ler texto completo]
Hoje recebi o seguinte tweet do GreenpeaceBR: “Use os dois lados da folha de papel. Se for reciclado melhor ainda. Essa dica faz a diferença.” NÃO, GREENPEACE, ESSA DICA NÃO FAZ A DIFERENÇA! Fico pasmo com a incapacidade do Movimento Ecológico e Ambientalista de abrir os olhos e reconhecer que as estratégias que faziam sentido na década de 1970 hoje são inócuas, diversionistas e portanto suicidas! PAREM DE SE ENGANAR, PAREM DE ENGANAR AS PESSOAS! Estamos no Século XXI, o mundo mudou muito desde a Estocolmo 1972 e da Rio-92, precisamos de um tipo completamente diferente de ativismo ecológico! [Ler texto completo]
As “campanhas de conscientização” propagadas pelo movimento ambientalista e as atitudes estilo “faça-sua-parte” sugeridas pelos ativistas ecológicos são prescrições anacrônicas de um ambientalismo amador com ilusões de que fechar a torneira ao escovar os dentes pode contribuir significativamente para proteger o planeta, no melhor estilo da história do beija-flor que buscava no rio uma gotinha de água de cada vez para jogar no incêndio da floresta. Este artigo propõe dar um tiro nesse beija-flor diversionista, dinamitar partes da floresta para abrir clareiras que impedirão a propagação das chamas e instalar aquedutos que permitam um combate a incêndio menos impactante e mais eficaz antes da próxima estação seca. [Ler texto completo]
A humanidade maneja a economia do mesmo modo que o bonequinho que ilustra meu blog maneja o serrote. A única diferença é que o bonequinho só pode prejudicar a si mesmo. Tudo no panorama político e cultural indica que as medidas necessárias para evitar um colapso climático não serão implementadas até que seja amplamente ultrapassado o ponto sem retorno. As previsões tradicionais sugerem que bilhões morrerão em função de catástrofes ambientais, mas existe um cenário alternativo ainda mais tenebroso. [Ler texto completo]
Em praticamente todos os debates sobre o aquecimento global em que participei houve um momento em que meus interlocutores me acusaram de “alarmismo”. Não por coincidência, sempre após eu esclarecer quais seriam as conseqüências previsíveis da continuidade das atuais tendências climáticas e afirmar que “é necessário tomar com urgência medidas drásticas para evitar catástrofes imensas”. Custei para perceber que uma pessoa que não entende a magnitude de um problema não está preparada para aceitar uma solução proporcional – e esta é uma questão de proporções nunca antes enfrentadas pela humanidade. [Ler texto completo]
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