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Como acabar com a epidemia de crack

Grave bem a solução: para acabar com a epidemia de crack, a coisa mais importante a fazer é acabar com o moralismo paralisante que impede que a questão seja tratada com inteligência e respeito à cidadania; depois são necessárias umas poucas ações simples que serão descritas neste artigo.  [Ler texto completo]

Seqüestro-relâmpago

Pessoal, desculpem eu não ter atualizado o blog esta semana. Estive ligeiramente ocupado sendo seqüestrado e me recuperando disso…  [Ler texto completo]

Notícias de Amélia

Neste final de semana de Páscoa, quando estávamos comendo peixe e ovinhos de chocolate com nossas famílias, recebi notícias de Amélia. Notícias truncadas, incompletas e pouco confiáveis, trazidas por uma amiga dela igualmente prostituta e drogada, das quais seleciono somente o que pude confirmar por alto com uma fonte que não posso revelar. 

Este artigo é baseado em fatos reais.  [Ler texto completo]

Uma reflexão sobre a lei, o pecado e as drogas

No artigo sobre As Quatro Nobres Verdades segundo o professor do Dharma Rodney Downey, do Zen Coreano, a Juliana perguntou: “Arthur… o que você acha da posição do budismo com relação as drogas?”. A resposta foi bem além do escopo original, incluindo também considerações de natureza lega e ética, e ganhou corpo suficiente para compor este artigo. [Ler texto completo]

A legislação brasileira sobre drogas é inconstitucional e viola direitos fundamentais

O texto abaixo é a reprodução de um artigo de uma juíza de direito aposentada, Maria Lúcia Karam. Apesar de eu ter descoberto sua existência hoje, o artigo dela é praticamente um resumo muito bem condensado de tudo que eu digo sobre drogas e política sobre drogas há anos. Recomendo fortemente a leitura e a utilização deste texto para respaldar tecnicamente o discurso e as atividades dos cidadãos conscientes que defendem a legalização das drogas. [Ler texto completo]

Ah, meu Deus, que saudade da Amélia!

Amélia, quando a conheci, era uma menina de verdade: 14 anos, alegre, falante, cheia de planos para a vida, queria ser veterinária e ter uma casa na praia, andava de vestidinho e pintava as unhas de cor-de-rosa. Hoje Amélia tem 20 anos, vive com o olhar distante, não conversa mais e seu único plano para a vida é continuar se prostituindo para fumar crack embaixo da ponte onde mora. Amélia jamais se tornou uma mulher de verdade.

Este artigo é baseado em fatos reais. [Ler texto completo]

Drogas: de velhas amigas a novas inimigas

As drogas – quase todas elas – são velhas conhecidas da humanidade, tendo sido utilizadas em praticamente todas as culturas, inclusive nos grandes centros da civilização ocidental, sem que isso resultasse em violência ou desagregação social. Por incrível que pareça, a paranóia proibicionista é muito recente e não tem nenhuma relação com os motivos usualmente alegados, como supostas preocupações com a saúde pública ou com a segurança pública. [Ler texto completo]

O Grupo RBS pretende estimular o ódio e a violência?

Eu estou simplesmente pasmo devido à publicação de uma determinada carta na Coluna do Leitor do Jornal Zero Hora, do Grupo RBS, na quinta-feira 29/10/2009. O que pretende a RBS ao selecionar uma carta com este conteúdo para publicação? Aliás, o que pretende a RBS ao publicar com destaque este conteúdo? [Ler texto completo]

O Jogo dos Sete Erros: campanha “Crack Nem Pensar” da RBS vai aumentar a violência no RS e em SC

Eu não duvido das boas intenções do Grupo RBS em promover uma campanha contra o crack, mas discordo frontalmente das diretrizes desta campanha específica. Sua fundamentação teórica é inadequada e suas propostas serão contraproducentes, isto é, vão aumentar a violência, a corrupção e outros problemas relacionados ao tráfico de drogas ao invés de ajudar a reduzi-los. [Ler texto completo]

Maconha não é porta de entrada para o crack

Se é temerário afirmar que todo usuário de alface se tornará dependente de crack, é quase certo que o usuário de crack experimentou alface antes. Estudo do Serviço Nacional de Orientações e Informações sobre a Prevenção ao Uso Indevido de Hortaliças (Vivahorta) indica que metade dos usuários de alface atendidos costuma utilizar drogas mais pesadas. [Ler texto completo]