Cheguei hoje no trabalho e a “Rádio Corredor” estava ligada no volume máximo. Não se falava de outro assunto: anteontem um colega nosso – sujeito sempre simpático e ponderado, farmacêutico bioquímico, substituto da chefe da seção dele, onde eu já trabalhei – matou a facadas a esposa e o filho de seis anos e depois tentou suicídio. A notícia estourou como uma bomba em nossa instituição.




Comentários recentes