Uma daquelas coisas que primeiro nos fazem rir, mas depois…
|
||||||
|
Uma daquelas coisas que primeiro nos fazem rir, mas depois… Leia o primeiro artigo de Lula no The New York Times. A solução para esse difícil problema foi descrita em um vídeo do Youtube. Clique aqui para assistir o vídeo, são apenas 2 min e 18 s. Depois de assistir o vídeo, volte aqui e comente. Aconteceu AGORA, às 17h 08min. Navegando pelo Orkut e pela blogosfera eu sempre me incomodei com o fato de que artigos ou tópicos sobre determinados assuntos banais rendem discussões intermináveis enquanto propostas de debate sobre assuntos importantíssimos afundam inapelavelmente. Acho que entendi o motivo: são os “tópicos pebolim”. Explico. Aviso Anti-Aporrinhação: xô mau humor. O casalzinho gay estava de mãozinhas dadas na parada de ônibus. Conversavam baixinho, discretamente, alheios aos passantes. Não viram, portanto, o pequeno grupo de engravatados com Bíblias embaixo dos braços que se aproximou por suas costas. Por coincidência, beijaram-se quando o grupo chegou a menos de três metros. O apartamento térreo é uma excrescência da engenharia que reúne todos os defeitos de uma casa e de um apartamento sem ter as vantagens de nenhum dos dois. E ainda possui defeitos próprios originais e exclusivos. Os apartamentos térreos já existentes deveriam ser desapropriados e transformados em salões de festa ou lojas comerciais. Os que ainda não existem jamais deveriam ser construídos. Após longa investigação, organismos internacionais de inteligência finalmente desvendaram este mistério. O Pensar Não Dói cumpre o imperioso dever de informar o público. O apartamento em que estou morando tem uma falha na pintura da parede da sala no formato de um “band-aid”. Como aconteceu isso? Simples: o inquilino anterior colocou um quadro na parede. Para não quebrar o reboco nem lascar a tinta, deram a dica para ele colocar uma fita adesiva sobre a parede no local onde ia colocar o prego. Como ele não dispunha de uma fita adesiva, usou um band-aid. A última moda dos “especialistas em trânsito” tem sido dar entrevistas no rádio para informar os motoristas de que no mês de dezembro de 2011 foi conformado por pesquisadores da Universidade Carnegie Melon que falar ao telefone celular e dirigir simultaneamente é perigoso porque as áreas do cérebro que processam as informações visuais, as informações auditivas e a habilidade de dirigir são distintas e o cérebro precisa dividir sua atenção entre elas, o que faz cair a atenção conferida a cada uma. Quem já percebeu os absurdos contidos nesta informação? |
||||||
|
|
||||||
Comentários recentes